Carnaval de Natal: Ambev diz que atua dentro da lei

A respeito do caso divulgado aqui no Blog do Dina sobre contrato da Prefeitura do Natal com a Ambev, a cervejaria enviou nota em que garante o cumprimento da lei.

A Cervejaria Ambev patrocina festas populares e eventos culturais em diversas cidades pelo país, juntamente com empresas dos mais variados setores – como bens de consumo, aéreo, transporte e bancário, para citar alguns. Nossos patrocínios são sempre feitos de acordo com as legislações aplicáveis, sempre visando o interesse público e dos cidadãos desses eventos. Esses patrocínios são a garantia para que essas festas ocorram e isso se traduz em infraestrutura e conforto para os cidadãos, o que diminui a necessidade de investimento por parte do poder público.

Pesquisa inédita mostra Natal como terceiro destino do Brasil nas férias de meio de ano

Pesquisa inédita realizada pelo Ministério do Turismo revela os 10 destinos mais procurados em viagens nacionais nos meses de junho e julho deste ano. A sondagem foi realizada com 2 mil agências de viagens do país.

Além disso, o estudo traz a perspectiva das empresas em relação ao desempenho, faturamento, demanda de serviços e geração de empregos de maio a outubro de 2019.

Fortaleza (CE), Maceió (AL), Natal (RN), Gramado (RS), Rio de Janeiro (RJ), Porto Seguro (BA), Ipojuca (PE), São Paulo (SP), Salvador (BA) e Campos do Jordão (SP) estão nas 10 primeiras posições, respectivamente, entre as cidades que foram mais procuradas pelos turistas nacionais para as férias de junho e julho.

A Semsur obrigou ambulantes a venderem apenas produtos da Ambev no Carnaval de Natal? A pergunta virou investigação no MP

A venda de bebidas no Carnaval Multicultural de Natal se tornou objeto de investigação depois que o Ministério Público do Rio Grande do Norte passou a atuar para saber se há restrição de concorrência para beneficiar uma empresa, a Ambev.

Os detalhes do caso foram publicados no Diário Oficial do Estado e aponta como fundamento legal para prosseguimento da investigação o Código de Defesa do Consumidor.

A lei prevê que é permitida restrição de produtos – se pode ou não, por exemplo, vender bebidas alcoólicas – mas não de marcas. A Ambev detém quase 70% do mercado nacional.

De acordo com o inquérito, a Prefeitura de Natal, através da Semsur, firmou contrato de exclusividade com a Ambev garantido a venda exclusiva de bebidas da cervejaria, impedindo que vendedores ambulantes vendam produtos de qualquer outra marca.

A Semsur nega ter adotado tal conduta. Por meio de assessoria de imprensa afirmou que o caso não procede e que desconhece a investigação do Ministério Público do RN, não tendo sido notificada sobre o assunto.

A Ambev também foi procurada pelo Blog do Dina. Até a publicação desta matéria ela não havia retornado. Sua manifestação será publicizada quando houver retorno.

Patrocínio de R$ 100 mil

Em 2018, a Ambev patrocinou o Carnaval de Natal com R$ 100 mil. O extrato do contrato está no Diário Oficial do Município, informando que o valor, lhe garante o direito de “exibição de publicidade/merchandising
em espaços e equipamentos públicos do município”.

Não há informação pública sobre restrição de concorrência. Igualmente inexistente é registro de parceria no Diário Oficial do Município entre a Prefeitura de Natal e a cervejaria no carnaval deste ano.

Repórteres da Folha citam mensagens de WhatsApp e de emails nos arquivos da Vaza Jato

O podcast da Folha de S.Paulo desta segunda-feira (24), o Café da Manhã, é com os repórteres que atuaram na apuração com o The Intercept Brasil.

A Folha publicou nesse domingo a primeira reportagem resultado da parceria. O episódio do podcast está disponível para assinantes do jornal ou do serviço de streaming e pode ser ouvido aqui

Os repórteres ressaltam a falta de indícios de adulteração do conteúdo – eles encontraram no acervo mensagens na íntegra trocada entre repórteres da Folha com procuradores.

E também acrescentam um dado interessante: eles explicam que mensagens que tiveram por Whatsapp e email estão no banco de dados.

Até aqui, o caso tem se restrito ao Telegram.

Não fica claro, no entanto, se as mensagens de outras plataformas estão no banco de dados por terem sido encaminhadas para o Telegram ou se o material coletado foi direto do Whatsapp e dos emails.

Os repórteres também destacam a vastidão do conteúdo.

“Saímos com a impressão de que só pudemos pesquisar uma pequena parte do material, que parece muito rico”, explica um dos repórteres.

A partir do podcast, pude construir os seguintes tópicos sobre como tem sido feita a construção dessas reportagens:

1) O trabalho está sendo, literalmente, lado a lado, ou seja, os veículos parceiros do The Intercept, têm acesso a todo o material, mas sem compartilhamento online. Eles se sentam juntos em espaço determinado, provavelmente o Rio de Janeiro, sede do The Intercept. Em tempo, a matéria da Folha leva como referência de produção Rio e São Paulo (sede do jornal)

2) As mensagens estão divididas em grandes blocos de arquivos. O trabalho é identificar o que há de interesse jornalístico.

3) A partir daí há busca por palavras-chaves dentro dos blocos. Assim, se consegue a cronologia de eventos, por exemplo, sobre determinado caso dentro da mensagens trocadas.

4) Quando a cronologia é montada dentro do banco de dados, começa a produção da matéria checando com eventos de conhecimento público. Até agora, as mensagens batem com condutas adotadas pela Lava Jato e o juiz Moro.

A surpreendente descoberta da PF sobre quem pagou a defesa do esfaqueador de Bolsonaro

Em Lauro Jardim, do Globo

Jair Bolsonaro não se conformou com a decisão da Justiça de absolver Adélio Bispo por considerá-lo inimputável. “Jogadinha de ser maluco”, chegou a dizer Bolsonaro sobre o veredicto.

Vai gostar menos ainda do que a PF tem a dizer sobre outra investigação, desta vez acerca de Zanone Júnior, o advogado do seu esfaqueador.

Bolsonaro já disse mais de uma vez que o suposto mandante da facada estaria por trás do pagamento dos honorários do advogado.

Zanone sustentou desde o início que o dinheiro para defender Adélio lhe foi dado por “um religioso de Montes Claros (MG)”, que não queria aparecer. Só que a investigação da PF, em fase final, aponta para uma novidade: ninguém pagou pela defesa.

O advogado resolveu assumir o caso de graça e inventou uma história.

A motivação foi a mesma que o levou a defender gratuitamente Bola, o ex-policial que se envolveu no caso do goleiro Bruno. Zanone queria faturar com os holofotes de um caso supermidiático.

Tá de deboche? Dória ri ao saber que Fátima decretou redução sobre querosene de aviação

No Painel S.A, da Folha

Quem estava ao lado do governador paulista João Doria diz que o tucano apenas riu quando soube que sua colega do Rio Grande do Norte, a petista Fátima Bezerra, assinou nesta semana um decreto que pode zerar o ICMS sobre o querosene de aviação no estado.

Doria, que tem sido acusado de provocar uma guerra fiscal com sua política de redução de impostos para estimular alguns setores, costuma dizer que está só equiparando as alíquotas. Em fevereiro, ele havia baixado de 25% para 12% o tributo do combustível de aviões em São Paulo.

[VÍDEO] Três suspeitos de matarem PM ganham liberdade após audiência de custódia e são recebidos a tapa na saída por família do policial

Três dos quatro homens presos por suspeita de matarem um sargento da Polícia Militar nesta quarta-feira (19) tiveram liberdade provisória decretada após audiência de custódia nesta sexta-feira (21), em Manaus.

O vídeo em que eles deixam a audiência e que registra familiares do policial indignados viralizou no Brasil.

O sargento foi assassinado com dez tiros pelo corpo: um atingiu o queixo do PM, oito nas costas e um no tórax. Os suspeitos fugiram e levaram a arma do policial.

Segundo a Justiça do Amazonas, a audiência de custódia avalia a prisão dos suspeitos e é realizada no momento em que a polícia apresenta o inquérito.

Em seguida, o inquérito vira um processo que será distribuído no TJAM e vai ser direcionado a uma das varas penais na próxima segunda-feira (24).

Segundo o Tribunal, caso o Ministério Público solicite a prisão dos suspeitos novamente, eles podem voltar a serem presos.

 

 
 
 
 
 
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Três dos quatro homens presos por suspeita de matarem um sargento da Polícia Militar nesta quarta-feira (19) tiveram liberdade provisória decretada após audiência de custódia nesta sexta-feira (21), em Manaus. A informação foi confirmada pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). O quarto suspeito teve prisão mantida. Segundo o Tribunal, caso o Ministério Público solicite a prisão dos suspeitos novamente, eles podem voltar a serem presos. O sargento foi assassinado com dez tiros pelo corpo: um atingiu o queixo do PM, oito nas costas e um no tórax. Os suspeitos fugiram e levaram a arma do policial.

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Após passar por cervejaria e conselhos no DF, filho de Girão ganha cargo na Vice-Presidência; deputado nega indicação

A nomeação do filho do deputado General Girão (PSL) segue repercutindo nas redes de forma negativa.

Paulo Eduardo Pontes Monteiro foi nomeado na assessoria parlamentar da Vice-Presidência da República. Seu ingresso foi em 6 de fevereiro deste ano.

Nada há de ilegal na ocupação do posto. A controvérsia gerada foi em razão do General Girão ter usado em sua plataforma de campanha discurso de renovação política, condenando o que chamou de velhas práticas.

Em nota, a assessoria de imprensa do deputado informou que ele “não tem capacidade alguma de nomeação junto à Vice-Presidência da República”. Por outro lado, “Paulo Eduardo já desempenhou cargos no executivo anteriormente” e que a nomeação decorre “exclusivamente por sua experiência e critérios técnicos estabelecidos.”

É a primeira vez que Paulo Eduardo Pontes Monteiro assume posto no governo federal.

Antes, ele passou pelo conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente no governo do Distrito Federal e na Unidade de Políticas Públicas de Proteção as Vítimas de Violência. Antes, passou ela Ambev.

Segundo seu Linkedin, tem formação na área de administração, mas uma ata da Companhia Energética de Brasília o apresenta como jornalista.

Na vice-presidência, sua função é descrita como direção e assessoramento superior. Seu salário bruto é de R$ 10,3 mil.

Assim como procurou o deputado, o blog tentou contato com Paulo Eduardo, mas sem sucesso.

Abaixo, a íntegra da nota do deputado Generão Girão:

Sobre matéria em questão, cumpre-me esclarecer que o Deputado General Girão, pelas suas atribuições quanto ao cargo que ocupa, não tem capacidade alguma de nomeação junto à Vice-Presidência da República, muito menos de servir de obstáculo para tal. Uma pessoa com formação acadêmica e expertise comprovada, que cumpre todos os requisitos para o desempenho das funções que exerce junto à Vice-Presidência da República, conforme Decreto n. 9.727/19, não pode ser preterida da função tão somente por ser filho de quem é. Ressalta-se que Paulo Eduardo já desempenhou cargos no executivo anteriormente e que a nomeação decorre, exclusivamente, por sua experiência e critérios técnicos estabelecidos.

Deixou o ABC em direção à morte: dirigente do clube é assassinado com perfurações no pescoço

O dirigente do ABC Futebol Clube Leonardo Antonio Medeiros de Queiroz, 42, foi morto com perfurações na região do pescoço, nove no total, segundo amigos que acompanham o caso.

Seu corpo foi encontrado dentro do próprio carro, na rua Baía Formosa, em Ponta Negra já nesta sexta-feira (21), após alerta de morador.

Leonardo esteve ao longo do dia no ABC, onde cuidava da burocracia do time. Era descrito como pessoa correta e trabalhadora.

Ao deixar o clube, ele foi para Ponta Negra, onde o crime aconteceu.

As motivações do crime são desconhecidas, bem como os suspeitos da ação.

Ativo digital do senador Styvenson Valentim derrete nas redes

Vai de mal a pior a repercussão nas redes do senador Styvenson Valentim.

Ele, acertadamente na minha análise, votou contra o decreto de armas do presidente Bolsonaro.

E se comprometeu a ir pela via correta, um projeto de lei.

Mas os eleitores não querem saber.

Como foi promessa de campanha a defesa pela flexibilização do porte de arma, os eleitores cobram duramente o senador.

Às 17h24 dessa quarta (19), o nome do senador atingiu pico no Google, com pesquisas em 20 estados.

Por óbvio, o Rio Grande do Norte concentra as buscas, seguido pelo Distrito Federal, Acre, Alagoas e Rio de Janeiro.

O decreto de arma é o assunto associado à pesquisa.

Na principal rede em que está presente, o Instagram, que teve grande impacto em sua campanha, o engajamento é o pior possível.

Antes da votação no Senado, as postagens tinham desempenho público razoável, com médias de até 15 comentários em posts do cotidiano legislativo.

Desde o dia da votação, no entanto, todas as postagens dispararam em comentários, e todos com críticas ao voto contra o decreto.

Até a publicação desta matéria, por exemplo, uma foto dele com Sérgio Moro, tinha 401 comentários com fortes críticas.