Faça o que entender: Juíza eleitoral atravessa resposta a ideia de Sandro de questionar sua imparcialidade

Juíza Adriana Magalhães, em solenidade no TRE. Foto: Ascom

A juíza eleitoral Adriana Magalhães afirmou ao blog que não se enquadra nas hipóteses de impedimento consagradas no art. 134 do Código de Processo Civil no caso do julgamento que resultou na suspensão da diplomação de Sandro Pimentel.

O deputado eleito anunciou hoje que estuda medidas, depois da diplomação, sobre o fato de a magistrada ter atuado em um caso no qual pode – pode haver – um beneficiário, o deputado estadual Jacó Jácome, que é de seu círculo de convivência.

“As hipóteses de impedimento do Magistrado são aquelas expressas no art. 134 do Código de Processo Civil e nenhuma delas concorreu no caso concreto. Ainda assim, se a Defesa do Representado entender pela conjugação de quaisquer dos requisitos do impedimento ou da suspeição, poderá suscitar, nos autos, a alegação”, afirmou a juíza eleitoral através de assessoria de imprensa.

Ela ainda enfatizou que o mérito da ação movida pelo MPE contra Sandro será julgado pelo TRE. A ela competiu apenas decidir sobre a liminar.

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