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O que o Espírito Santo tem a ensinar ao RN? Capixabas tinham 3 folhas em atraso e eram dominados pelo crime e hoje é o único do Brasil em excelência fiscal

22 de dezembro de 2018

Quando 2018 terminar, apenas uma das 27 unidades da federação terá nota A, a máxima, do Tesouro Nacional, por sua excelência fiscal: o Espírito Santo.

Mas para chegar a este patamar, houve sangue, suor e lágrimas. Há 15 anos, o ES estava dominado pelo crime organizado, tinha três folhas de pagamento atrasadas e vivia uma profunda crise em seus serviços.

Qualquer semelhança com o Rio Grande do Norte não é mera coincidência.

A situação do ES só foi melhorando com o tempo e com boas práticas fiscais.

Quando Paulo Artung, atual governador, pegou o Estado em 2015, o déficit era de quase R$ 1,5 bilhão. Ele está terminando seu mandato com superávit de R$ 199 milhões

A experiência do que foi feito rendeu o livro Espírito Santo – Como o governo capixaba enfrentou a crise, reconquistou o equilíbrio fiscal e inovou em políticas sociais. A obra, disponível desde o dia 11, já é a mais vendida na plataforma da Amazon na categoria Finanças Públicas.

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