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Se você tem as condutas listadas aqui é hora de considerar um jejum tecnológico para seu próprio bem

2 de janeiro de 2019

Um levantamento feito em 34 países pela empresa de dados GlobalWebIndex identificou que, em um dia normal, usuários gastam na internet seis horas e meia.

No Brasil, por exemplo, assim como na Tailândia e nas Filipinas, as pessoas chegam a ficar nove horas conectados, segundo a pesquisa.

Assim como o consumo de qualquer outra coisa, é preciso ficar atento.

Em entrevista à BBC, Shimi Kang, um dos principais especialistas canadenses em saúde mental, explicou que o cérebro “metaboliza” a tecnologia, normalmente liberando seis diferentes tipos de substâncias neuroquímicas no corpo: serotonina, endorfina, ocitocina, dopamina, adrenalina e cortisol.

Tecnologia saudável é algo que poderia dar a nós um metabolismo com serotonina, endorfina e ocitocina

Alguns exemplos são aplicativos de meditação, criatividade e de conexão de pessoas – esses nos ajudam a conhecer outras pessoas.

Por outro lado, pornografia, cyberbullying, videogames viciantes projetados como máquinas caça-níqueis, ou mesmo se envolver com discursos de ódio vai lhe causa prejuízo cerebral, bem como alimentar no WhatsApp aquelas conversas nada edificantes nas quais o único objetivo é falar mal do outro.

“Mesmo que você use o melhor da tecnologia, ferramentas não tóxicas, se você estiver fazendo isso em detrimento de outras atividades humanas básicas, então você tem um problema”, adverte.

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