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Nove questões para explicar por que a dor de cabeça de Sandro Pimentel não acabou

24 de janeiro de 2019

 

O Tribunal Regional Eleitoral definiu nessa quarta-feira derrubar a liminar que impediu a diplomação de Sandro Pimentel. Com isso:

1) Sandro poderá ser diplomado e tomar posse no dia 1º de fevereiro como deputado estadual pelo PSOL;

2) Mas, meus anjos, o que o Tribunal Regional Eleitoral discutiu na quarta foi sobre o cabimento ou não de liminar para impedir a diplomação;

3) Com a palavra, o advogado Kennedy Diógenes: “A jurisprudência sobre o assunto define que uma liminar monocrática, ou seja, tomada por um juiz, não pode privar uma pessoa de gozar dos direitos políticos alcançados nas urnas”.

4) Sim, e aí? E aí que agora o mérito do processo vai ser discutido.

5) E no mérito do processo é pedida a cassação do diploma de Sandro Pimentel.

6) Mas por que mesmo? Porque ele depositou R$ 35 mil na conta de campanha quando o dinheiro deveria ter primeiro passado, por exemplo, por sua conta de pessoa física e de lá saído para a conta de campanha;

7) Esse tumulto todo por causa de um depósito? Sim! A Justiça Eleitoral não tem como saber se o dinheiro depositado diretamente na conta de campanha tem origem lícita.

8) A defesa de Sandro diz que tem sim e juntou lastro financeiro. Foram R$ 31 mil de recursos próprios e R$ 4 mil de doações.

9) Agora que vai começar a instrução do processo, o TRE não terá mais que julgar se cabia ou não liminar monocrática. Vai julgar se Sandro podia ter feito ou não o que fez.

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Uma resposta para “Nove questões para explicar por que a dor de cabeça de Sandro Pimentel não acabou”

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