Satélite detecta mancha negra no mar antes da passagem de navio grego; MPF-RN reafirma sua investigação

O Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites (Lapis) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) encontrou uma fotografia de satélite que revela um mancha em forma de rastro no litoral, 40 km ao norte de São Miguel do Gostoso (RN), em trajetória similar à do petroleiro Bouboulina, apontado pelo governo brasileiro como principal suspeito pelo crime.

O rastro escuro de 85km apontado pelo cientista Humberto Barbosa, no entanto, aparece antes de o navio grego passar pela rota. A descoberta levou o pesquisador a buscar um outro suspeito para o derramamento de óleo no Nordeste.

As informações foram divulgadas nesta quarta-feira na edição do jornal O Globo. Procurado pelo Blog do Dina, o Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte reafirmou a investigação que levou à busca e apreensão a endereços ligados ao Bouboulina.

O órgão federal frisou que sua ação se trata de investigação e não há conclusões sobre culpa. Por outro lado, considerou que várias linhas paralelas de investigação apontam outros suspeitos.

Para o MPF, no entanto, a informação veiculada pelo Globo não afeta a investigação que ele conduz.

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