Análise conclui que não foi navio grego o responsável por derramamento de óleo que atingiu o Nordeste

Uma nova análise da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) indica que o recente vazamento de óleo bruto na costa do Nordeste teria sido causado por um navio fantasma – e não por um petroleiro grego, como aponta o governo brasileiro.

A embarcação teria passado pela costa brasileira com o sistema de rastreamento por satélite, o transponder, desligado para não ser detectada pelas autoridades. Os dados de navegação usados na pesquisa são provenientes da plataforma Marine Traffic, provedora mundial de trajetórias de navios.

Na semana passada, o blog trouxe o primeiro desdobramento do caso. O MPF no RN, responsável pela ação judicial contra o navio Bouboulina, tem reiterado sua investigação.

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