A vaidade é uma tragédia: Vereadora de Parnamirim é a segunda a enfrentar ação do MP por se promover combatendo o coronavírus

27 de março de 2020

Ah, a vaidade. Que tragédia é ela.

Todo cuidado com ela é pouco. Sedutora, nos atira ao abismo que cavamos com os próprios pés (abraços, Cartola).

Quem se atirou dessa vez no abismo que ela mesmo provocou foi a vereadora de Parnamirim Professora Nilda. Antes dela, Robson Carvalho, em Natal, já havia tomado caminho semelhante. Ele se retratou posteriormente e responde a processo.

Mas em Parnamirim, a promotora eleitoral Luciana Maria Maciel Cavalcanti Ferreira de Melo acaba de obter da Justiça uma decisão contra a parlamentar em que lhe é proibida continuar o que vinha fazendo.

E o que ela vinha fazendo? Bem, ela mesma tratou de dar o Ministério Público Eleitoral as provas contra si, pois a vaidade tem o poder até de revogar o princípio constitucional segundo o qual ninguém é obrigado a produzir provas contra si mesmo. Vejam as imagens da peça judicial. Volto na sequência.

Vou poupá-los, mas de onde saiu essas três imagens tem muito mais e o que acima está exposto é suficiente para configurar abuso de poder.

De antemão, a Justiça determinou que a vereadora cesse a autopromoção e fixou multa de um mil reais caso descumpra.

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