A revolucionária pesquisa que nos aproxima de uma vacina contra o coronavírus e o que falta (muito pouco) para chegar a nós

29 de abril de 2020

Cientistas do Jenner Institute, da Universidade de Oxford, nos EUA, estão muito próximos de dispor para a humanidade a vacina contra o coronavírus.

As informações são do The New York Times.

Isso porque eles começaram testes com outro tipo de coronavírus ainda no ano passado, antes da pandemia, em procedimentos de pesquisa. Isso permitiu que, agora, eles estejam à frente.

Eles já desenvolveram uma vacina que foi testada em seis macacos rhesus, o ser mais próximo ao ser humano.

Por mais de 28 dias, os animais foram expostos a uma grande quantidade do vírus que está causando à atual pandemia.

Enquanto outros aniamais que não receberam a vacina foram fortemente afetados, os que a receberam permaneceram saudáveis.

O que falta

Os cientistas receberam autorização das agências reguladoras e vão produzir o primeiro lote com um milhão de vacinas que devem ser disponibilizadas em setembro nos EUA.

Maaaaas…

A aplicação desse lote de um milhão de vacinas dependerá de um teste com seis mil pessoas previsto para acontecer já em junho.

Se os resultados nesse grupo se mostrarem eficazes, o cronograma para aplicação das vacinas em setembro será colocado em prática.

Para se ter ideia da boa notícia que isso é, uma vacina leva 10 anos para ser desenvolvida. A própria comunidade científica trabalha com a hipótese de só haver uma vacina a partir de junho de 2021.

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Uma resposta para “A revolucionária pesquisa que nos aproxima de uma vacina contra o coronavírus e o que falta (muito pouco) para chegar a nós”

  1. Alysonvdb disse:

    Muito boa notícia!

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