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Companhia aérea oferece voo de 7 horas a lugar nenhum

21 de setembro de 2020

Antes da pandemia, muitos de nós enxergávamos voos de avião apenas como um método de ir de um destino a outro o mais rápido possível.

No entanto, com suspensões de viagens, fronteiras fechadas e ordens de quarentena nos mantendo confinados em nossas casas, alguns viajantes têm sonhado não só com os destinos longínquos atualmente indisponíveis, mas com a própria experiência do voo — da emoção da decolagem às paisagens da Terra vistas de cima pelas janelas da cabine.

É aí que os “voos a lugar nenhum” aparecem: viagens aéreas criadas pelo puro propósito da jornada, não, do destino.

A australiana Qantas anunciou recentemente planos de um voo cênico de sete horas que vai rodar as províncias da Costa Dourada até os remotos Outbacks.

De cima, os ávidos passageiros poderão visualizar atrações nacionais famosas, incluindo a Baía de Sydney e a Grande Barreira de Corais. O jato voará baixo sobre alguns pontos de interesse, incluindo o Uluru e a praia Bondi.

Entretenimento especial a bordo também foi prometido, incluindo uma celebridade anfitriã surpresa.

A jornada vai ser em um Boeing 787 Dreamliner, normalmente reservado para trechos intercontinentais. No momento, há bem poucos voos entrando e saindo da Austrália devido às restrições de viagem e a frota internacional da Qantas está parada.

O Dreamliner é conhecido por suas grandes janelas, tornando-o ideal para uma visita panorâmica a mais de 9.000 metros de altura.

O voo QF787, previsto para decolar do aeroporto doméstico de Sydney em 10 de outubro e para retornar à metrópole australiana sete horas mais tarde, se provou popular.

Os 134 bilhetes, divididos entre classe executiva, econômica premium e econômica, que custavam entre 787 a 3.787 dólares australianos (R$ 3.014 a R$ 14.503, aproximadamente), teriam esgotado em apenas 10 minutos.

CNN Brasil

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