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[VIDEO] Na ONU, Bolsonaro defende sua gestão da pandemia e diz ser vítima de campanha de desinformação sobre queimadas

22 de setembro de 2020

O presidente Jair Bolsonaro abre, nesta terça, o debate geral da 75ª Assembleia Geral da ONU, realizada virtualmente pela primeira vez em razão da pandemia de Covid-19. O presidente brasileiro dá o pontapé inicial no evento desde 1955, a décima sessão. A honra deve-se não apenas ao fato de o país ter sido o primeiro a aderir à ONU, mas ao papel do então chanceler Oswaldo Aranha na história da organização — ele presidiu a primeira sessão especial da Assembleia e a segunda sessão ordinária, no mesmo ano. Bolsonaro, que participa do evento pela segunda vez, gravou seu discurso na semana passada.

Pandemia

No início de seu discurso, o presidente disse que o mundo precisa da verdade para superar seus desafios, chamando atenção para a Covid-19 e lamentando pelas mortes. O presidente disse ainda que havia duas razões para se preocupar, o vírus e o desemprego. Defendendo sua criticada resposta à pandemia, que especialistas afirmam ser anticiência, Bolsonaro chamou atenção para o auxílio emergencial do governo brasileiro para os mais pobres e para os mais pobres. Bolsonaro destacou ainda o investimento na produção de hidroxicloroquina, droga que pesquisas mostram não ser eficiente para combater a doença.

Amazônia

Bolsonaro disse que o Brasil é vítima de uma campanha de desinformação sobre a Amazônia e o Pantanal, chamando os interesses de antipatrióticos. Destacando a produção agrícola no Brasil, Bolsonaro pôs a culpa das queimadas no meio ambiente e no clima seco, afirmando que focos criminosos são combatidos pelo governo. A política climática do governo brasileiro é alvo de críticas internacionais e poderá ser um empecilho para a assinatura de um acordo entre a União Europeia e o Mercosul, como já indicou o governo francês. Bolsonaro culpou ainda a Venezuela derramamento de óleo na costa do nordeste em 2019.

Direitos humanos

Bolsonaro falou ainda sobre a Operação Acolhida, voltada para refugiados venezuelanos. Bolsonaro ressaltou ainda a participação do Brasil em missões de paz, destacando o Suez, Angola, Líbano, e Haiti e disse que o país está comprometido com a paz. Em uma referência indireta à Venezuela, Bolsonaro falou ainda sobre o terrorismo e fez um apelo à comunidade internacional para que se combata o que chamou de cristofobia.

— Repudiamos o terrorismo em todo o mundo. Na América Latina continuamos trabalhamos pela ordem democrática, como base de sustentação indispensável para o progresso econômico que desejamos. A liberdade é o bem maior da liberdade — afirmou o presidente. — O Brasil é um país cristão e conservador e têm na família a sua base.

O GLOBO

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Uma resposta para “[VIDEO] Na ONU, Bolsonaro defende sua gestão da pandemia e diz ser vítima de campanha de desinformação sobre queimadas”

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