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Aliados do governo tentam beneficiar bases eleitorais em reforma administrativa

21 de julho de 2021

Aliados do governo apresentaram sugestões de mudanças na reforma administrativa que diluem os efeitos da PEC (Proposta de emenda à Constituição) apresentada ao Congresso ao preservar bases eleitorais e ampliar benefícios.

Deputados da base do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) saíram em defesa, nas emendas propostas ao texto original do time do ministro Paulo Guedes (Economia), de militares e forças de segurança.

A PEC, em debate em comissão especial para análise do mérito da reforma, recebeu 62 emendas. Do total, 17 não receberam o apoio mínimo —171 assinaturas dos 513 deputados— para serem consideradas no relatório.

Das 45 emendas aceitas, seis, por exemplo, tratam de agentes de segurança, no intuito de favorecer as corporações.

Há ainda sete emendas de base e oposição que alteram o vínculo de experiência como etapa do concurso. Pelas regras hoje em vigor, a estabilidade vale para servidores após três anos de estágio probatório, mas dificilmente há desligamentos durante esse período.

Veja a matéria completa.

Folha de S. Paulo

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