fbpx


Com crise política, Congresso deve segurar reformas e priorizar Orçamento

9 de setembro de 2021

A nova crise deflagrada pela elevação do tom do presidente Jair Bolsonaro contra o Supremo Tribunal Federal (STF) durante as manifestações do 7 de Setembro e sua repercussão no ambiente político não deve ficar restrita ao mercado financeiro – ontem, a Bolsa caiu 3,8% e o dólar subiu 2,89%. Com o aumento das incertezas, a atividade econômica e a inflação devem se deteriorar ainda mais, de acordo com economistas.

“Os eventos (de terça-feira) colocam na mesa o risco de que Bolsonaro não termine o mandato, seja via impeachment seja por meio de uma cassação. Quando isso entra no radar, as incertezas são maiores, e isso pesa na economia, nas decisões de consumo e de investimento”, diz a economista Alessandra Ribeiro.

Esse cenário mais incerto está fazendo a economista rever sua estimativa de alta do PIB de 2022 de 2,2% para 1,8%. Alessandra afirma que há a possibilidade de esse crescimento ser ainda menor.

“Há também o risco em relação ao resultado eleitoral, especialmente se Bolsonaro não for vencedor. Aí, podemos ter uma transição de poder que não seja pacífica. Isso traz mais incerteza e torna o ambiente mais difícil para a economia.”

Veja a matéria completa.

Estadão

Comentários 0


Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*

code