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Investigação sobre rachadinha envolvendo Carlos Bolsonaro se arrasta no MP-RJ

21 de dezembro de 2021

A investigação sobre a suposta prática de rachadinha no gabinete do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) se arrasta no Ministério Público do Estado do Rio (MP-RJ).

Desde maio, quando o juiz Marcello Rubioli, da 1ª Vara Criminal Especializada do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), quebrou o sigilo do segundo filho do presidente Jair Bolsonaro, a 3ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada, responsável pelo caso, praticamente só colheu dois depoimentos,nos quais um dos ouvidos negou a acusação e o outro arguiu o direito de permanecer em silêncio e o outro — as oitivas ocorreram em setembro e outubro, respectivamente.

Dados das instituições bancárias sobre movimentação financeira não chegaram nem foram periciados, segundo fontes do MP-RJ e da Justiça. Também não foram ajuizadas novas medidas cautelares para produção de provas.

Em campanha por uma vaga de desembargador no Tribunal de Justiça pelo Quinto Constitucional, o promotor Alexandre Murilo Graça tem dito a interlocutores que só retomará o caso após a eleição de 2022. Ele conduz praticamente sozinho o inquérito de Carlos.

Veja a matéria completa.

O GLOBO

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