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PSD não vai indicar ninguém, nem Alckmin, para vice de Lula, diz Kassab

21 de dezembro de 2021

Presidente de uma das siglas mais desejadas por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para compor sua chapa presidencial no ano que vem, Gilberto Kassab (PSD) é peremptório: nada de acordos de primeiro turno.

A especulação cresceu exponencialmente com o avanço do acordo de Geraldo Alckmin (ex-PSDB) para se tornar vice de Lula.

O ex-governador paulista estava quase de malas prontas para o PSD para disputar novamente o Palácio dos Bandeirantes, então o corolário para petistas entusiastas do arranjo era claro: ele poderia filiar-se e unir-se a Lula.

Só que na fotografia com líderes políticos presentes ao jantar que homenageou Lula na noite de domingo (19), promovido pelo grupo de advogados Prerrogativas, Kassab estava ausente —apesar de ter ido, sozinho e sem seu presidenciável, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

“Eu entendi que poderia passar para a sociedade a percepção de que estava formada uma frente de apoio ao Lula no primeiro turno. Eu não estarei com o Lula no primeiro turno, isso já foi dito a ele”, disse, nesta entrevista na noite de segunda (20).

“Não faremos o vice do Lula. Não é porque é o Geraldo, fulano ou sicrano, é porque teremos candidatura própria”, afirma ele, que considera Alckmin fora dos planos do PSD. O “projeto redondo” em São Paulo, diz, “acabou” e outro nome será procurado.

Folha de S. Paulo

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