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Obras na rua Mirassol devem durar 3 meses

9 de setembro de 2022

As obras de recuperação da rua Mirassol, no bairro de Felipe Camarão, estão em andamento. Na última terça-feira (6) a Prefeitura de Natal assinou a Ordem de Serviço para a empresa Certa Construções, no valor de R$ 2.256.571,61.

“Apesar das dificuldades, fomos em busca dos recursos e estamos trabalhando todos os dias para devolver a rua Mirassol aos moradores. Enfrentamos um fenômeno meteorológico que nunca tinha acontecido, mas estamos vencendo mais essa luta”, comentou o prefeito Álvaro Dias.

A rua, que foi completamente destruída devido às fortes chuvas que caíram em Natal, no mês de julho está recebendo uma intervenção inicial para a colocação dos tubos de drenagem.

“O maior desafio é colocar esses tubos de drenagem. Na sequência faremos o re-aterro e à medida que as camadas de terra forem sendo colocadas faremos a compactação”, explica o encarregado pela obra, Antônio dos Ramos.

Segundo ele, a principal máquina já está em ação, a escavadeira hidráulica. Estão para chegar à obra o Rolo, a Retroescavadeira e os tubos de drenagem. “Nos próximos 10 dias a obra vai avançar muito rápido. Quem entende de obra sabe que essa fase inicial é sempre mais complexa, por isso, às vezes quem não entende não percebe os avanços. Em breve as pessoas irão observar como o cenário vai mudar”, comenta o encarregado.

O prazo para conclusão, segundo o secretário municipal de infraestrutura, Carlson Gomes, é de até 90 dias. “A Ordem de Serviço garantiu os recursos necessários, que são superiores a R$ 2 milhões e o prazo de 90 dias. É uma obra grande e que precisa de muita atenção”, comentou.

Desde as primeiras horas da enxurrada que destruiu a rua a Prefeitura de Natal está trabalhando. Equipes da Seinfra realizaram todo o trabalho de proteção das encostas, retirada de entulhos e materiais danificados. Os servidores da secretaria de Assistência Social (Semtas) também já atuaram na comunidade, cadastrando as famílias atendidas e encaminhando os moradores das casas interditadas aos abrigos organizados pela Prefeitura. Já os trabalhadores da Companhia de Serviços Urbanos (Urbana) auxiliaram na retirada dos móveis e eletrodomésticos das casas interditadas.

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