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Partido de Carlos Eduardo comete transfobia contra candidata a deputada federal, acusada de desrespeito por ser travesti

10 de setembro de 2022

Seria apenas mais uma das milhares de ações eleitorais se não fosse o diabo morar nos detalhes.

Uma disputa do PDT que está na Justiça Eleitoral acabou expondo preconceito dos dirigentes partidários contra Rochelly Potiguar.

O partido é presidido por Carlos Eduardo Alves, que voltou para o espectro da esquerda, campo que defende causas identitárias como a luta contra a lgbtfobia.

Candidata a deputada federal, Rochelly foi alvo de ataque transfóbico em petição de defesa que Erick Pereira assinou contra ela.

Rochelly foi à Justiça Eleitoral reclamar do tratamento desigual do PDT. Ela citou, entre outros casos, Aila Cortez, do grupo de Carlos Eduardo, como um exemplo de desequilíbrio financeiro promovido pelo próprio PDT na forma de repasses eleitorais.

O xis da questão era algo absolutamente secundário: uma bio no Instagram. Em seu perfil na rede, Rochelly diz que faz parte do PDT, e dá um sentido de lugar de fala à sigla, afirmando que PDT é Partido das Travestchys.

Na representação em que se defende de tratamento desigual, o PDT diz que a descrição que lhe foi atribuída por Rochelly é desrespeitosa.

Na peça assinada por Erick Pereira é dito que Rochelly demonstra não ter respeito com o PDT. Ato contínuo, um print do Instagram com o apontamento da descrição do PDT é juntado.

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