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“Vamos verificar se vale a pena”, diz Moraes sobre projeto-piloto de biometria; serão 56 urnas em 18 estados e o DF

15 de setembro de 2022

Em evento de simulação do projeto-piloto das urnas eletrônicas com biometria que serão usadas na eleição deste ano, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, afirmou, que o tribunal vai “verificar se vale a pena instituir, ampliar para todas as sessões ou se não há necessidade e se pode-se manter o teste de integridade como ele já existe”.

O presidente da Corte lembrou que o teste é voluntário e que não é obrigatório. E voltou a reforçar que é um teste e que, portanto, ainda está sendo avaliado. A adoção do projeto-piloto foi uma sugestão do ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, ao presidente da Corte, Alexandre de Moraes, diante de questionamentos das Forças Armadas sobre a lisura do processo eleitoral.

“Iremos realizar em 18 estados e o DF do teste de integridade do projeto-piloto com um total de 56 urnas. As restantes haverá o teste de integridade normal”, explicou Moraes.

No evento desta quinta-feira (15), não havia militares para acompanhar a simulação, apenas jornalistas e servidores da Justiça Eleitoral.

O procedimento, inédito, ocorreu com a participação de eleitores voluntários. O presidente do TSE disse também que “é importante deixar claro que o teste é realizado desde de 2002”.

“É exatamente o que vocês viram. O teste é absolutamente idêntico nesses 20 anos. A urna é sorteada, levada aos TREs. O teste serve para verificar que o programa da urna garante que o voto do eleitor é o voto computado”.

O Plenário do TSE aprovou, nesta semana, uma resolução que trata de um projeto-piloto com biometria no Teste de Integridade das Urnas Eletrônicas nas Eleições 2022.

CNN Brasil

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