Doença da obsessão política chega ao sexo e advogada lança PTinder para unir corações de esquerda

A doença da obsessão política pretende atingir em cheio à lascívia sensorial do sekiçu.

A advogada Maria Goretti Nagime, do grupo Prerrogativas, está criando o PTinder, uma página para promover namoros entre pessoas de esquerda.

A ideia surgiu depois que um amigo ficou na fossa por ter levado um fora. Maria resolveu ajudá-lo divulgando uma foto dele em suas redes. Disse que era advogado, diretor de escola técnica, bom papo e “de esquerda”. “Por incrível que pareça, foi o que mais atraiu as mulheres”, diz ela.

Se a ideia prosperar, o racha no Brasil não terá volta.

A UFRN e a ciência psicodélica

Milionários no mundo todo estão, silenciosamente, patrocinando pesquisas psicodélicas para o combate à depressão.

O Imperial College, de Londres, já criou o seu Centro para Pesquisa Psicodélica, em 26 de abril, e amealhou só de doações privadas US$ 20 milhões.

Por que tanta gente esperta e endinheirada está de olho na ciência psicodélica?

A indagação é de Marcelo Leite em sua coluna na Folha desta segunda.

Milionário não queima dinheiro.

A UFRN tem um filão a devorar.

Há mercado. Há milionários e há deprimidos. E há milionários deprimidos.

A UFRN foi a primeira no mundo a realizar ensaio randomizado e com controle de placebo para investigar efeitos da ayahuasca na depressão resistente.

[VÍDEO] Em mês de combate ao suicídio, Carlinhos Maia chama de imbecis jovens que manifestam inclinação suicida e os manda se matar

O humorista Carlinhos Maia abriu o mês de setembro irritado.

Em seus stories, postou vídeo dizendo que jovens de 16 anos que querem se matar deviam se matar.

Ele fazia contraponto com a vida de mulheres que enfrentam as adversidades e decidem viver.

Setembro é o mês de combate ao suicídio.

No Twitter, o usuários subiram a tag #Chernobyl, utilizada para criticar quem passa do ponto nas declarações.

Acordo na Justiça encerrou caso sobre fantasia de escravo em festa de halloween, esclarece mãe

O caso em que uma mãe fantasiou o filho de escravo para festa de Halloween foi encerrado com acordo, explicou ao blog a mulher envolvida.

Nesta quarta-feira, a notícia foi dada pelo blog com base em portaria publicada pelo MPF. O documento é de 31 de julho, mas só agora tornado público. De toda sorte, o advogado de Sabrina Flor, Flaviano Gama, garantiu que o caso está encerrado.

Em razão do sigilo, a defesa dela não quis comentar qual o acordo que foi feito.

Sabrina também se manifestou. Falou sobre a composição do acordo que pôs fim “na Justiça, a este episódio que há meses atormenta a vida de minha família”.

Ela relembrou que o consultou o colégio CEI antes de fazer a fantasia, tendo sido avisada pelo colégio que não havia problema nenhum, e que a ideia de tudo foi apenas sua.

“A fantasia foi idealizada única e exclusivamente por mim, com o propósito de demonstrar o quão era um terror a vida dos escravos. Infelizmente, nem todos conseguiram ‘ler’ dessa maneira”.

 

De Parelhas para o mundo: moradores de Barra contam como foi fazer ‘Bacurau’ e como filme lhes deu dignidade

O caderno de Cultura de O Globo tem uma linda reportagem com os moradores de Paralhas qua atuaram em Bacurau. Um dos trechos mais tocantes é uma análise do diretor do filme, Kleber Mendonça, quando disse:

“Os “outcasts” desses lugares, o gay, a sapata, o artista incompreendido, a “doidinha”… eles nos agradeciam, dizendo que nunca tinham sido respeitados antes na vida.”

Segue o texto:

Na última quinta-feira, Dona Sebastiana, uma costureira de 72 anos, foi à pré-estreia de “Bacurau” no povoado de Barra ostentando uma camisa em que se lia: “De Parelhas para o mundo”.

Barra é um dos vilarejos de Parelhas, município de 513 mil quilômetros quadrados no Rio Grande do Norte onde aconteceram as filmagens. E, se na ficção a cidade do título desaparece do GPS, na “vida real” o município potiguar habitado por pouco mais de 20 mil habitantes e encravado na região do Seridó, agora roda festivais internacionais de cinema.

Além de Barra, outros vilarejos da região forneceram atores não profissionais para a produção. Alguns vieram de uma comunidade quilombola, porque “a gente queria uma Bacurau mista”, dizem os diretores Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles.

Outros, de Santo Antônio da Cobra, lar de Dona Sebastiana, um dos muitos rostos desconhecidos (agora nem tanto) que povoam o filme. Ela é a senhora que diz “Que roupa é essa, menino?” quando Lunga (Silvero Pereira), um desertor transexual, volta à cidade para comandar o contra-ataque aos invasores.

 

 
 
 
 
 
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“Que roupa é essa, menino?” Dona Tânia, uma estrela de #bacurauofilme

Uma publicação compartilhada por Kleber Mendonça Filho (@kleber_mendonca_filho) em

 

Achei foi ótimo, Kleber e Juliano têm carinho pelos figurantes, nem me preocupei com as câmeras, além de que ganhei dinheiro, né? Paguei minhas contas — diz Sebastiana, sem mencionar o valor

Tinha uma fila de gente que eu nunca vi na vida querendo tirar foto comigo, eu ri tanto — diz Dona Sebastiana, que aparece também no final, carregando uma máscara (contextualizar a cena seria dar spoiler).

Agnaldo José Matias tem uma “presença tão forte”, conta Kleber, que foi criada uma cena só para ele. Galeguinho, como é conhecido, é o homem que entra no hospital de Domingas (Sonia Braga) em busca de uma cama para dormir.

— Foi Sonia Braga quem disse que eu tinha cara de predador, característica que o personagem exigia. Gosto dela em “A dama do lotação” ( filme de Neville d’Almeida, de 1978 ), aí topei trabalhar no filme — diz o morador de Parelhas, de 56 anos, avisando: — Sei fazer cara de predador, mas de amor também.

A voz de Kleber fica embargada quando fala das pessoas com quem se relacionou e mantém contato até hoje:

— Os “outcasts” desses lugares, o gay, a sapata, o artista incompreendido, a “doidinha”… eles nos agradeciam, dizendo que nunca tinham sido respeitados antes na vida.

Ela tem 11 anos e entrou em trabalho de parto na aula; ninguém sabia que ela foi estuprada e que o pai é o suspeito

Um homem é suspeito de engravidar a própria filha de 11 anos na cidade de Luís Correia, no Piauí. O caso só foi descoberto quando criança levou uma queda durante uma aula de educação física e apresentou sangramentos e uma aparência diferente na região abdominal.

As informações são do jornal O Dia.

A menina foi encaminhada ao Hospital Estadual Dirceu Arcoverde após a queda, onde passou por exame de corpo de delito e deu à luz um bebê prematuro de seis meses. O Conselho Tutelar foi acionado e o pai da menina é o principal suspeito de cometer estupros que terminaram na gravidez da vítima. Segundo a polícia, a criança vivia com ele e a madrasta na cidade.

Como não há flagrante, o pai da criança ainda não foi preso. O estado de saúde de mãe e filho não foi divulgado. 

Ah, o Rio de Janeiro… ‘Homem de Ferro’ é multado em blitz por dirigir sem habilitação

Uma pessoa fantasiada de “Homem de Ferro” foi multada por dirigir uma moto sem habilitação . O caso aconteceu na cidade de Volta Redonda, no Rio de Janeiro . A identidade do homem fantasiado de super-herói não foi revelada.

O ‘ Homem de Ferro’ do Rio voltava de uma festa infantil quando foi abordado por uma blitz policial. Durante a verificação, os policiais notaram que o herói estava sem a habilitação e sem os documentos do veículo. Ele foi autuado por dirigir sem a carteira de motorista.

Os agentes que estavam na blitz só permitiram que o rapaz deixasse o local quando uma pessoa com habilitação chegasse para conduzir o veículo. Sem a carteira, o ‘ Homem de Ferro’precisou deixar o local na garupa da moto.

O que é ‘fomo’ e por que nos sentimos assim quando vemos as vidas felizes dos outros nas redes sociais

UFRN oferece curso gratuito online de prevenção à suicídio

A UFRN lançou módulo online para curso de prevenção ao suicídio.

O curso procura estudar o conceito de comportamento suicida, além dos fatores de risco e proteção relacionados, contemplando a prevenção do suicídio de acordo com diferentes níveis de risco e aplicada em diferentes contextos, tais como educação, assistência social, atenção primária, atenção secundária, urgência e emergência e população indígena.

Link aqui.

 

Este teste vai adivinhar seu talento para o trabalho

Moradoras de bairro de alto padrão de João Pessoa pedem fim de projeto com deficientes porque eles tiram a beleza da orla de Cabo Branco

Um grupo de moradoras do bairro do Cabo Branco, área em que fica o metro quadrado mais caro da Paraíba, procurou na manhã de hoje a vereadora Helena Holanda (Progressistas) para pedir que ela impedisse ou restringisse a presença de pessoas com deficiência na orla da capital paraibana.

É que Helena é uma das incentivadoras do Acesso Cidadão, um projeto realizado pela prefeitura de João Pessoa que acontece todos os sábados, no trecho em frente à Fundação Casa de José Américo, contando também com o apoio de voluntários que são orientados para atender às necessidades especiais dos usuários.

“Reclamaram do som, mas nós só ficamos lá até o meio-dia e também vieram reclamar, em tom de intimação, a mudar o projeto de lugar porque estava incomodando e retirando a beleza natural porque ali moraram muitas pessoas ilustres, muitas pessoas de renome e que a praia teria que ter uma história diferenciada. Eu não respondi à altura porque são pessoas idosas e eu devo receber as demandas e executar se puder e achar necessário. Essa eu jamais executarei. Pelo contrário, o projeto vai permanecer lá e será ampliado”, declarou a vereadora na imprensa local

Esta mulher traída gravou vídeo indo ao trabalho do marido deixar as roupas para a amante

Instagram atualiza plataforma, permite uso na horizontal e devolve número de curtidas

Não demorou muito o argumento do Instagram para manter reservado as métricas de engajamento.

Nesta quinta-feira (22), não sei para vocês, mas para mim o aplicativo amanheceu atualizado. 

Há mudanças gráficas e de recursos, como no botão criar um storie. Antes, abria diretamente a tela de criação de conteúdo. Agora o usuário escolhe se quer criar conteúdo ou carregar logo um que já está na galeria.

Também foram modificadas as formas pelas quais se visualizam stories. Vídeos, por exemplo, só reproduzem se o usuário apertar play – antes era iniciada a reprodução automática sem som.

Vídeos no feed também passaram por mudança. Antes era impossível controlar que parte do vídeo você gostaria de assistir. Agora, o Instagram colocou uma barra de navegação. Você pode voltar e adiantar ao seu sabor o trecho do vídeo que está assistindo.

A novidade, nesse contexto, é a visualização na horizontal. A foto que ilustra esse post foi um print tirado na horizontal. Você não precisa mais utilizar seu telefone na vertical para lidar com a plataforma, o que vai facilitar o uso de vídeos.

Ah, o número de curtidas voltou!

Ministro da Educação saúda fórum da internet onde se discute de pedofilia a massacres de adolescentes em escolas

Ao comentar uma interação em seu Twitter, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, interagiu mandando um emoji de saudação para um fórum do submundo da internet onde se discute abertamente pedofilia, estupro e massacres de adolescentes.

Weintraub postou na semana passada uma mensagem ironizando a torcida da Portuguesa, um perfil que faz paródia do site ‘O Antagonista’, então, pediu que ele mandasse “um abraço pros guerreiros do 55chan”, ao que o ministro aquiesceu.

Chans são os fóruns onde a regra do anonimato é a primeira que deve ser levada a sério. Sob a proteção do sigilo, se escreve e se faz barbaridades.

Foi em foruns como esses que os atiradores de Suzano tramaram o ataque à escola no interior de São Paulo.

No 55Chan, aliás, o massacre foi comemorado.

Má fé e ignorância dão à luz fake news sobre projeto do PCdoB para legalizar incesto

Chegamos ao momento da cruzada civilizatória em que já não importa se a verdade está diante de seus olhos.

Fake news são sedutoras porque impõe narrativas sobre fatos.

Elas divergem de pontos de vista. De modo que nem todo ponto de vista é uma fake news. Mas toda fake news é um ponto de vista.

Lembrando, por óbvio, que ponto de vista é isso. A vista de um ponto.

Um ponto de um todo.

Dito isso, a veiculação da notícia segundo a qual um projeto de lei do PCdoB permite o casamento entre pai e filho ilustra o exemplo do que é uma narrativa sobre um fato.

Ou, dito por outro lado, de como se tenta falsear a verdade em nome sabe-se Deus de quê.

Às vezes, em nome de Deus.

Ao contrário do que se diz na mentira, na verdade, o projeto de lei busca fazer com o que o Estado amplie o reconhecimento de famílias.

Pelo projeto, por exemplo, um neto criado pela vó e a quem se juntou um primo órfão, poderiam constituir uma família porque há núcleo de afetividade.

Hoje a lei reconhece apenas como família a união entre homem e mulher.

O projeto de lei não menciona nem cita o Art. 1521 do Código Civil, que proíbe o casamento entre pais e filhos.

Para quem não conhece o sistema judiciário, quando se quer legalizar algo proibido, é preciso que haja menção expressa no novo projeto de lei.

Assim, para “legalizar” a prática de incesto, no projeto deveria constar explicitamente a mudança, mas a proposta não faz nenhuma menção em tornar legal o casamento entre pais e filhas. Ou entre mães e filhos.

Não costumo perder meu tempo com desmentidos, mas, por vezes, precisamos colocar o pé na porta e impedir que narrativas como essas avancem com o claro propósito de destruir fora o que está dentro.

Pois é falta de humanidade que motiva isso.

Quem não a tem, por óbvio, tentará destruir a que está fora de si.

Daí que queiram barrar o direito à humanidade, como é o direito ao reconhecimento à família, que tantos outros possam ter pela força de um projeto como esses.