Discurso modernizador de Álvaro Dias é arrastado pelo aguaceiro da chuva e desemboca nas ruínas do Hotel Reis Magos

As chuvas que açoitaram Natal nas últimas horas expuseram mais uma vez a fragilidade do equipamento urbano e arrastaram à lama o discurso modernizador que Álvaro Dias bradou para botar abaixo o Hotel Reis Magos.

Parêntese que, sim, sou a favor de colocar aquele horror abaixo. Uma busca no arquivo do blog expõe meus motivos.

É que há uma intersecção nas palavras e gestos do prefeito de Natal que unem a demolição à inércia diante da chuva sobre a cidade.

Em dezembro passado, Álvaro Dias mandou cercar o hotel em ação de marketing. Alardeou, na ocasião, iminente risco de desabamento.

Hoje, com a desfaçatez que é própria a quem não sabe o que fazer, disse que não podia prever os efeitos das chuvas na cidade.

Previu um desabamento incerto e se fez de cego ao aguaceiro que é tão certo de acontecer.

Ora, ora.

Desde que Adão e Eva foram expulsos do paraíso que é sabido que Natal não resiste aos ventos alísios carregados de umidade.

Precipitações atmosféricas fazem-se acompanhar de gestores precipitados.

Aplicássemos ao prefeito de Natal o mesmo rigor com que cobramos da governadora Fátima Bezerra medidas sobre o Hotel Reis Magos, talvez houvesse uma abertura no noticiário que favorecesse o prefeito de Natal.

Mas não há.

Não só não há, como o prefeito não contribui. Instado a se manifestar sobre o caso, disse, por palavras outras, que a culpa é da chuva, pois não haveria como prever os estragos.

Tão logo saíram de sua boca, as palavras foram arrastadas pela força da água que colocou Natal sob alerta e desembocaram nos primeiros escombros de demolição do Hotel Reis Magos.

Pois não há como rejeitar as semelhanças das circunstâncias.

Ao pó retornarás.

A ascensão de BG e a falta de lideranças políticas apontadas em pesquisa em Natal

A pesquisa que o Instituto Seta trouxe à luz nesta segunda-feira tem dados curiosos.

Lá pelas tantas, indaga-se ao natalense quem é o maior líder político da cidade.

A resposta é uma retumbante negativa: 80% não respoderam ou não souberam responder.

Por outras palavras, é esse o percentual de pessoas que não reconhece grandes líderes em Natal.

O desempenho dos dois principais citados é sofrível. Fátima Bezerra é a maior liderança para 6,2%. Já o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves aparece como guia para 3,3%.

Daí para os números da pesquisa estimulada para prefeito há um elo, pois não deixa de ser um fenômeno interessante constatar que o apresentador Bruno Giovanni pontua entre pessoas que têm mandato eletivo e sólida trajetória na política. 

Sem nenhuma surpresa, o prefeito Álvaro Dias pontua acima de 22% nos quatro cenários de disputa, que variam com a inclusão ou exclusão dos nomes de Natália Bonavides ou BG, para citar os principais colocados.

Os nomes de Kelps Lima e Hermano Morais, francos pré-candidatos, aparecem em todos os levantamentos, empatados com BG, no patamar dos 5%.

A falta de reconhecimento de líderes pode refletir a rejeição à política que ainda é marca do pleito de 2018.

Nesse sentido, a eleição de 2020, que é municipal e com fatores de escolha adversas da presidencial, se inclina a repetir alguns dos filtros que conduziram Bolsonaro à presidência.

Fica mais fácil para BG canalizar essa expectativa, já que o ‘outsider’, a pessoa sem mandato e vida partidária, é ele entre os nomes que pontuaram.

Bruno, no entanto, diz que não está em seus projetos disputar a prefeitura. Procurado mais uma vez pelo blog, reiterou essa posição.

Operação contra governo socialista da PB afeta coalizão de esquerda formada no Nordeste contra Bolsonaro

A investida nesta terça-feira (17) contra a cúpula do governo da Paraíba desfere também um golpe na imagem que o Consórcio de Governadores do Nordeste vem construindo.

O grupo é visto como antítese de Bolsonaro.

A operação que decretou a prisão do ex-governador Ricardo Coutinho e determinou busca e apreensão contra João Azevedo, atual governador, atinge o argumento dos governadores de que o modelo de governo desenhado nos estados do Nordeste é a melhor resposta à agenda de Brasília

Em que pese a autonomia de cada estado e os oitos demais não terem responsabilidade sobre o que se passou na Paraíba, foi esse o estado contra o qual o presidente Bolsonaro, em julho, se insurgiu, ao dizer que o governador paraibano, junto com o do Maranhão, Flávio Dino, eram os piores da região.

A declaração levou os demais governadores a saírem em defesa da Paraíba, do Maranhão e do Nordeste. Fátima Bezerra, inclusive, chamou o presidente à época de ‘coronel’.

Para além disso, o ex-governador que teve prisão decretada, Ricardo Coutinho, já na condição de ex-mandatário, foi recebido com pompa pelos atuais governadores em seminário da revista Carta Capital, indicando afinidade e chancela de que ainda goza no grupo dos atuais chefes dos executivos estaduais.

Em política, as imagens e o que não é dito valem muito.

As imagens estão aí falando por si nas reuniões em que os governadores do Nordeste se apresentam como solução moral e econômica.

E o que não é dito não é menos importante. Por ora, o silêncio das lideranças do Nordeste sobre o que se passa na Paraíba é o registro mais importante a ser notado.

Convém saber se o ministro da Educação pretende apenas substituir os maconheiros de esquerda pelos cheiradores de pó da direita ao atacar as universidades federais

A primeira vez que fumei maconha na vida foi na UFRN.

Foi ali em algum lugar do Setor II.

Os maconheiros estão aí por toda parte.

Dizem que são de esquerda.

Já a direita é cheiradora de pó.

Parece haver algum sentido nessa divisão ideológica de entorpecentes.

Antes de ter overdose por cocaína e parar com esse estilo de vida, eu estava cercado por eleitores de Aécio. E eu não estava na universidade.

Mas que diabos, por que este preâmbulo?

Ah, sim. O ministro da Educação, Abraham Weintraub reafirmou hoje que há produção de drogas nas universidades federais.

Para embasar a fala, o ministro exibiu uma série de reportagens sobre o tema.

O problema é que as reportagens falam uma coisa – que alunos consumiram drogas em universidades como a UnB e a UFMG – e a fala do ministro diz outra: que há produção de drogas pela instituição, com permissão, portanto, dos gestores das universidades.

É uma coisa absurda de ser. Mas fica ainda mais inimaginável se dita da boca de um ministro da Educação.

O problema das drogas não existe nas universidades na mesma medida em que existe a corrupção na política, a pedofilia na igreja católica e a extorsão nos templos evangélicos.

Pois enquanto nas universidades os gestores não concorrem para disseminar a prática de uso de drogas, na igreja católica, evangélica e na política, os crimes que citei ocorrem sob anuência de suas lideranças.

É aviltante que alguém encarregado de promover políticas de Educação abrace, em nome da guerra ideológica, um ataque tão atroz a instituições que oferecem muito mais do que alunos maconheiros.

É bem verdade que o ambiente universitário é, por excelência, o campo onde as esquerdas dominam.

Mas se o ministro da Educação tem por objetivo reverter o cenário precisa agir com políticas, não com fake news.

A menos que sua intenção seja meramente acabar com os maconheiros de esquerda nas universidades.

E substitui-los pelos cheiradores de pó da direita.

É uma discussão inócua, mas não qual já vamos perdendo mais tempo do que deveríamo.

É uma discussão tão destrutiva quanto a maconha ou a cocaína.

Desembargador nega exorcismo de demônios que prefeitos ajudaram a criar em ação contra o Proedi

 

O desembargador Cláudio Santos negou a oito municípios do RN pedido semelhante ao que Natal arrancou de Vivaldo Pinheiro.

Esse viu perigo no Proedi para Natal.

Aquele viu perigo para o Rio Grande do Norte não na negativa, mas no pedido formulado.

E não é que Cláudio Santos enxergue demônios imunes ao exorcismo, ou por outras palavras, sua decisão não é irrevogável.

Os prefeitos terão, portanto e por ora, de conviver com os demônios que ajudaram eles mesmos a criar quando, por um lado, arriscaram um estilo de governança sem compromisso fiscal e majoritariamente dependente de repasses externos.

Quando, por outro, fecharam acordo com o estado sobre o Proedi para, ato contínuo, desfazerem tudo em ação na Justiça.

Santos não vê razão para, em liminar, conceder medida tão atabalhoada, capaz de mexer com a lógica fiscal de municípios, estado e empresas.

Capaz, acima de tudo, de promover insegurança jurídica.

Maior problema do RN não mobiliza protestos no cruzamento do Midway

Metade da população do Rio Grande do Norte, ou 1,7 milhão de pessoas, vive com 289 reais por mês, 69% abaixo da média nacional.

Os dados são do IBGE.

São números desoladores e que, pior, atingiram seu pior patamar.

Nunca antes estivemos tão desiguais.

É o mais grave problema de nosso estado.

De nosso país.

Mas não mobiliza protestos no cruzamento do Midway Mall.

Nem na Avenida Paulista.

Não houve, até o momento, nenhum governante preocupado em promover políticas de crescimento pessoal do indivíduo.

Mas e o Bolsa Família, Dinarte?

É programa assistencial, não política complexa que contemple o desenvolvimento do indivíduo em toda sua plenitude.

Ninguém está preocupado em resolver o pior problema que assola o Brasil.

Que solapa o RN.

COMENTÁRIO EM VÍDEO | Mimizentos passaram do ponto ao quererem passar cantada por crime sexual

Nem Bolsonaro, nem governadores do Nordeste nem ninguém está realmente interessado em resolver as manchas de óleo

Você não está sendo um pouco pesado em generalizar, Dinarte?

Não, não estou.

O interesse é a Venezuela. O foco da discussão é a ideologia da origem ou quem mandou contaminar.

Se é que alguém mandou.

Enquanto isso, em grupo de WhatsApp promotores do Brasil discutem jurisprudência para amparar as pessoas que queiram cancelar pacotes de viagem para o Nordeste sem que lhes haja prejuízo.

No governo Bolsonaro, a inércia de ações é inversamente proporcional às medidas efetivamente tomadas.

As manchas seguem chegando ao litoral.

No Rio Grande do Norte, o governo acaba de divulgar que elas não afetam o turismo. O blog já tinha dado o tema.

É a curiosa divulgação segundo a qual na falta do que dizer sobre o que se faz, melhor conta os resultados positivos da própria inércia.

Ah, sim…

O turismo é a principal atividade econômica da região.

Histórias cruzadas: como a execução de um PM potiguar se encontra com a morte da menina Ágatha

Há muito mais em comum nas histórias do PM Adailton Cristiano Silva e a menina Ágatha.

O primeiro foi executado no fim de semana no Rio Grande do Norte. A segunda teve a vida abreviada por um tiro de fuzil atribuído à polícia do Rio de Janeiro.

As semelhanças nas histórias vão além do “Rio” que está presente nos nomes dois estados.

Para começar, é preciso afastar o raso argumento de que pedir apuração e punição sobre policiais que matam indiscriminadamente significa defender bandido.

Essa régua de falsa equivalência embute uma armadilha, pois o silêncio perante casos como o de Ágatha significa dar permissão para a polícia matar.

E estaremos nivelando a polícia a bandidos.

Assim como há jornalistas maus, há maus policiais.

Mas não era o caso de Cristiano.

A vida do PM potiguar foi interrompida por uma bala disparada por bandidos.

Ágatha e Cristiano são consequências de como seus respectivos estados vem lidando com a política de segurança pública: com negligência.

As polícias de Pernambuco e Espírito Santo apareceram no último Anuário da Segurança Pública como uma das mais combativas.

Por que não há clamor nacional sobre as mortes provocadas por essas polícias? Porque seus policiais foram treinados dentro de uma política de segurança onde a repressão é força canalizada apenas e tão somente contra o crime.

No Rio de Janeiro, o governador Witzel parece empenhado com seu discurso em fazer o contrário: ao invés de canalizar, ele espalha a força da repressão.

É assim que morrem as Ágathas.

E como morrem os Cristianos?

Morrem pela negligência do estado desconsiderar um plano de segurança públca que priorize também a tropa policial. Nos últimos anos, vimos o Rio Grande do Norte agir reativamente, ou seja, provocado por circunstâncias externas.

A falta de planejamento interno agora mostra a face: negligenciada, a polícia morre.

O epitáfio de Ágatha e Cristiano tem a assinatura do Estado.

Policial morre três vezes na Grande Natal e escancara como a PM do RN sangra em praça pública

O sargento da Polícia Militar Adailton Cristiano Silva foi assassinado três vezes na noite dessa sexta-feira.

Sua primeira morte foi quando ele pediu para não morrer, em nome de seus cinco filhos, doravante órfãos.

Sua segunda morte sobreveio quando os três bandidos que lhe interceptaram o obrigaram a se ajoelhar.

A terceira morte veio quando, finalmente, a bala transfixou seu crânio e ele pendeu sem vida no chão de barro da estrada da comunidade de Córrego, em Vera Cruz, região Metropolitana de Natal.

Quando um policial precisa pedir para viver e é obrigado a se ajoelhar, todos nós caímos com ele.

Quando um homem a quem foi legalmente instituído o dever de ter o poder de repressão do Estado tomba ajoelhado, a sociedade também tomba ajoelhada.

É vergonhoso para o Estado do Rio Grande do Norte que sua polícia esteja sendo assassinada e as reações mais evidentes sejam notas de condolência.

Notas de condolência nunca bastaram. Agora, chegam a ser desrespeitosas.

Lamentar não é suficiente.

Os R$ 80 milhões de um convênio para equipamentos não são suficientes.

Um plano de segurança pública não é suficiente.

O suficiente é o Estado do Rio Grande do Norte parar de tratar sua polícia como um problema, ao invés de encará-la como uma solução.

Pois chegamos a uma situação em que o último estágio do combate à violência – a repressão – é o que precisa ser feito. E para tanto é preciso que haja tropa.

Em janeiro de 2020, o governo vai convocar mil policiais do concurso público.

Mas quando dezembro de 2019 chegar, mil policiais terão saído para a reserva.

Os números fecham com exatidão. O problema continuará o mesmo.

Quantos Cristianos precisarão cair ajoelhados ainda?

Até quando o Estado vai ser fiador, em sua profunda omissão, dessa sangria?

Janela LGBT para Fátima Bezerra

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública mais recente tem muito material a ser explorado.

Como a seção sobre crimes de ódio.

Nosso Rio Grande do Norte aparece tracejado nas estatísticas.

Ou não temos crimes de ódio ou eles não são registrados pelas autoridades policiais.

Opção dois.

Em 2018, sete estados, incluindo o RN, deixaram de registrar crimes de injúria racial.

O cenário é ainda mais desolador quando se olha para homofobia.

Catorze estados fecham os olhos para a questão, incluindo, de novo, o RN.

A governadora Fátima Bezerra nunca fez de sua sexualidade um amplificador de luta.

Não há registros de que ela tenha convertido tão abertamente sua sexualidade em estandarte. Já ouvimos muito “Como professora, eu…”, “Na condição de mulher…”, e outras variantes.

Mas não se tem notícia de “Como LGBT, eu…”.

Ela deve ter suas razões.

Calada já inquieta a misoginia de covardes.

Imagine, então, se falasse.

É possível, no entanto, falar com atos.

E atos dizem mais que palavras.

Para além do que vem sendo gestado na subcoordenadoria de minorias, que tem projeto para que a polícia passe a monitorar essas estatísticas, a governadora tem a oportunidade de fazer mais.

Criar um delegacia para crimes de ódio no RN, por exemplo.

Há uma janela de oportunidade.

OPINIÃO | Natal é uma cidade hipócrita

[VÍDEO] Marcos Aurélio de Sá e eu debatemos sobre censura a HQs com beijo gay na Bienal

Seria Marcelo Crivella a reencarnação do bispo de Barcelona?

Recordei-me hoje do Espírito da Verdade, nome com o qual se apresentou uma das entidades benevolentes que ajudaram Allan Kardec a escrever o Livro dos Espíritos, na distante Paris de 1857.

A Igreja ficou enfurecida e costurou com poderosos da ocasião vetar o livro.

Em Barcelona, sob as bençãos do bispo Antonio Palau Termes, os livros foram queimados.

Kardec se correu em aflição. Recebeu, então, uma mensagem psicografada do Espírito da Verdade.

O benfeitor lhe acalmou e lhe disse para não lutar. Deixasse, pois, que os livros queimassem, pois não haveria divulgação melhor deles.

Nas semanas seguintes, Barcelona inteira queria exemplares do Livro dos Espíritos.

Antonio Palu Termes pode estar reencarnado em Marcelo Crivella.

O prefeito do Rio de Janeiro ordenou ainda a censura sobre a Bienal do Livro pela exposição “Vingadores – A Cruzada das Crianças”.

Invocou o Estatuto da Criança para ordenar o confisco.

Invocou errado.

A determinação do estatuto só se aplica a casos em que há imagens de nudez ou sexo explícito. No caso do livro da Marvel, há somente uma imagem de um beijo entre dois homens inteiramente vestidos dentro do livro, não na capa.

Quando os fiscais da Secretaria Municipal de Ordem Pública estiveram no início da tarde desta sexta-feira, 6, na Bienal do Livro do Rio, deram viagem perdida.

Menos de 40 minutos depois da abertura da bienal, o livro já estava esgotado nos 520 estandes.

“Podem-se queimar os livros, mas não se queimam as ideias; as chamas das fogueiras as super-excitam em lugar de abafá-las. As ideias, aliás, estão no ar, e não há Pirenéus bastante altos para detê-las; e quando uma ideia é grande e generosa, ela encontra milhares de peitos prontos para aspirá-la”

Foi o que Kardec escreveu diante da fogueira que tentou abafar o Livro dos Espíritos.

O pensamento continua atual.

Pode se retardar o progresso, mas nunca detê-lo.

A liberdade de pensamento jamais conseguirá ser sufocada.

Secretário de Planejamento do RN posta ataque contra jornal de Mossoró por erro não intencional

O secretário de Planejamento do Rio Grande do Norte, Aldemir Freire, utilizou sua conta no Twitter neste sábado para postar um ataque em reação a uma matéria do Jornal de Fato, de Mossoró.

As reproduções do secretário são da versão impressa do jornal.

Na matéria da versão online, no entanto, as informações estão corretas.

Uma busca nos arquivos do jornal revela que o assunto sempre foi tratado como corte de R$ 300 mil mensais e que nunca houve informação sobre corte de R$ 300 milhões.

Os links estão aqui, aqui e aqui

O caso atacado pelo secretário evidencia um erro de grafia entre ‘milhões’ e ‘mil’ e afasta erro de apuração.

O Blog decidiu registrar o caso por ser imperioso apontar que não se trata apenas de uma figura no Twitter, mas de alguém com posto oficial atacando publicação jornalística.

A despeito do erro, o ataque, quando visto à luz da cobertura correta dos fatos, não se justifica.

Procuramos o jornalista Cesar Santos. Ele não atendeu a chamada.