Carnaval de Natal: Ambev diz que atua dentro da lei

A respeito do caso divulgado aqui no Blog do Dina sobre contrato da Prefeitura do Natal com a Ambev, a cervejaria enviou nota em que garante o cumprimento da lei.

A Cervejaria Ambev patrocina festas populares e eventos culturais em diversas cidades pelo país, juntamente com empresas dos mais variados setores – como bens de consumo, aéreo, transporte e bancário, para citar alguns. Nossos patrocínios são sempre feitos de acordo com as legislações aplicáveis, sempre visando o interesse público e dos cidadãos desses eventos. Esses patrocínios são a garantia para que essas festas ocorram e isso se traduz em infraestrutura e conforto para os cidadãos, o que diminui a necessidade de investimento por parte do poder público.

Repórteres da Folha citam mensagens de WhatsApp e de emails nos arquivos da Vaza Jato

O podcast da Folha de S.Paulo desta segunda-feira (24), o Café da Manhã, é com os repórteres que atuaram na apuração com o The Intercept Brasil.

A Folha publicou nesse domingo a primeira reportagem resultado da parceria. O episódio do podcast está disponível para assinantes do jornal ou do serviço de streaming e pode ser ouvido aqui

Os repórteres ressaltam a falta de indícios de adulteração do conteúdo – eles encontraram no acervo mensagens na íntegra trocada entre repórteres da Folha com procuradores.

E também acrescentam um dado interessante: eles explicam que mensagens que tiveram por Whatsapp e email estão no banco de dados.

Até aqui, o caso tem se restrito ao Telegram.

Não fica claro, no entanto, se as mensagens de outras plataformas estão no banco de dados por terem sido encaminhadas para o Telegram ou se o material coletado foi direto do Whatsapp e dos emails.

Os repórteres também destacam a vastidão do conteúdo.

“Saímos com a impressão de que só pudemos pesquisar uma pequena parte do material, que parece muito rico”, explica um dos repórteres.

A partir do podcast, pude construir os seguintes tópicos sobre como tem sido feita a construção dessas reportagens:

1) O trabalho está sendo, literalmente, lado a lado, ou seja, os veículos parceiros do The Intercept, têm acesso a todo o material, mas sem compartilhamento online. Eles se sentam juntos em espaço determinado, provavelmente o Rio de Janeiro, sede do The Intercept. Em tempo, a matéria da Folha leva como referência de produção Rio e São Paulo (sede do jornal)

2) As mensagens estão divididas em grandes blocos de arquivos. O trabalho é identificar o que há de interesse jornalístico.

3) A partir daí há busca por palavras-chaves dentro dos blocos. Assim, se consegue a cronologia de eventos, por exemplo, sobre determinado caso dentro da mensagens trocadas.

4) Quando a cronologia é montada dentro do banco de dados, começa a produção da matéria checando com eventos de conhecimento público. Até agora, as mensagens batem com condutas adotadas pela Lava Jato e o juiz Moro.

Dallagnol postou conversa para procuradores revelando aliança com ministro do STF e Moro celebrou

Um novo trecho das conversas obtidas pelo The Intercept foi divulgado nesta quarta-feira no programa do jornalista Reinaldo Azevedo, que entrevistou o editor-chefe do The Intercept, Leandro Demori.

“Caros, conversei com Fux mais uma vez hoje. Reservado, claro. O ministro Fux disse quase espontaneamente disse que Teori fez queda de braço com Moro e se queimou”, diz em referência à bronca que o ministro Teori Zavascki, então relator da Lava Jato em 2016, deu em Moro depois da liberação do grampo de Dilma e Lula.

“Fux disse para contarmos com ele para o que precisarmos mais uma vez. Só faltou, como bom carioca, me chamar para ir à casa dele. Rsrs. Mas os sinais foram ótimos. Falei da importÂncia de nos protegermos como instituições, em especial no novo governo”, diz Deltan no grupo de procuradores.

Na sequência, Deltan encaminhou a mensagem para o então juiz Sérgio Moro, dando-lhe ciência do teor da conversa.

Moro responde: “Excelente. In Fux We Trust [em Fux confiamos].

O ministro Luiz Fux foi o que agiu para impedir a entrevista de Lula à Folha de S.Paulo. A inclusão dele no caso reforça a tese de que não houve equidistância do Judiciário no tratamento das partes.

Telegram se pronuncia sobre #VazaJato e diz que não há evidências de ação de hackers

O aplicativo de mensagens Telegram disse hoje que não há evidências de que tenha havido invasão das contas do ex-juiz federal e ministro da Justiça,
Sérgio Moro, e de integrantes da força-tarefa do MPF (Ministério Público Federal) na

Conversas de ambos foram divulgadas no último domingo (9) pelo site “The Intercept Brasil”. Os diálogos foram feitos no Telegram. O site diz que as mensagens foram repassadas por uma fonte.

Em resposta a uma pergunta feita por um brasileiro no Twitter, a conta do Telegram no microblog disse em inglês que “não há evidência de nenhuma invasão”. “É mais provável que tenha sido malware ou alguém que não esteja usando uma senha de verificação em duas etapas”.

Ódio à esquerda alimenta conversas sobre plano de ataque armado à UFPE; reitoria emite nota

Nas conversas no Dogolachan, a pessoa que estaria planejando o ataque à UFPE diz que “um dos poucos lugares me causa tanto nojo como a UFPE”. Ele também diz que a universidade está “repleta de marxistas, psolistas e petistas” e que “eles vivem utilizando o espaço da faculdade para implantar suas fantasias e criticar Bolsonaro e a reforma da previdência”.

A reitoria da UFPE já está ciente da situação. Em nota, a instituição informa que providências já estão sendo tomadas em relação às ameaças.

A reitoria emitiu nota sobre o caso:

 

 
 
 
 
 
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Interrompendo nossa pausa do fim de semana por uma razão importante! A fim de tranquilizar a comunidade acadêmica da UFPE, a Reitoria informa que já estão sendo tomadas providências em relação às informações difundidas nas redes sociais sobre um possível ataque armado que estaria sendo tramado para ocorrer no Campus Recife. A Administração Central tomou conhecimento ontem (8), por volta das 23h, da ameaça e imediatamente acionou a Superintendência de Segurança Institucional (SSI) da Universidade, que já está trabalhando com as autoridades policiais – Polícia Federal, Polícia Militar e Secretaria de Defesa Social – na investigação do caso. Todo o material coletado pela UFPE na internet foi encaminhado pela SSI às autoridades. A articulação do ataque surgiu em um grupo da deep web (parte da internet não acessível pelos mecanismos de busca e oculta do grande público) e prints da discussão passaram a circular nas redes sociais. O texto que está viralizando diz, inclusive, que uma tentativa do suposto atirador havia sido frustrada pela presença da Polícia Militar que faz rondas no campus. A SSI reforça, neste momento, a importância do trabalho integrado realizado na instituição com os órgãos de segurança pública, que funciona de forma preventiva. De acordo com a superintendência, a Polícia Federal e a Secretária de Defesa Social já estão monitorando o caso, o que também está sendo feito pela própria segurança da UFPE. #UFPE #ascomufpe #instaascom #reitoria #nota #deepweb

Uma publicação compartilhada por Ascom UFPE (@ascomufpe) em

 

Contratação do Ministério da Saúde foi direcionada para beneficiar a Funpec

A Fundação Norte-Rio-Grandense de Pesquisa e Cultura (Funpec) e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte foram beneficiadas com ação direcionada dentro do Ministério da Saúde, em novembro de 2017, para que fosse possível repassar à UFRN os valores que resultaram na aplicação de um polêmico contrato de publicidade de R$ 50 milhões da Funpec.

Documentos obtidos pelo Blog do Dina após esforço de jornalismo investigativo revelam, com exclusividade, que o então secretário de Viligância de Saúde do Ministério da Saúde em 2017, Adeílson Lourenço Cavalcante, solicitou à Advocacia Geral da União (AGU) um parecer no qual pudesse justificar os repasses para a Funpec, através da UFRN.

Adeílson foi denunciado pelo MPF por fraudes no SUS do estado de Alagoas e alvo de representações no TCU pelo uso de recursos irregulares da fundação da UFSC, em caso muito semelhante à contratação da Funpec. Desde a sexta-feira, o blog tenta, sem sucesso, localizá-lo para que seja esclarecida qual a razão da escolha pela UFRN.

Na nota que enviou ao blog, o Ministério da Saúde explicou apenas que a escolha da UFRN se deu por base na decisão do TCU. O Ministério Público Federal apura o caso da Funpec.

O pano de fundo na UFRN foi a orientação do Tribunal de Contas da União para que o governo federal investisse em campanhas de combate à sífilis, em decisão tomada em setembro de 2017. O TCU, no entanto, não orientou a contratação direta da UFRN. Sua decisão, aliás, traz referências sobre combate à sífilis na Universidade Federal de Minas Gerais e na Universidade de Brasília.

Mas 22 de novembro de 2017, Adeílson provocou a AGU citando a UFRN. Após quatro parágrafos em que explica o que é a sífilis, ele escreveu: “Impõem-se assim encontrar uma fundamentação legal que permita a descentralização de recursos para a Universidade Federal do Rio Grande do Norte e que esta possa repassá-los para a sua Fundação de Apoio”.

Desde o início, portanto, a intenção era que a Funpec fosse gestoras dos recursos.

Em resposta, AGU respondeu em 29 de novembro que não via obstáculo, advertindo, no entanto, que Termos de Execução Descentralizada, nome formal ao que Adeílson pretendia com a Funpec, devem ser celebrados se estiverem previstos em plano de trabalho do órgão. A AGU também alertou que “o seguimento do processo sem a observância destes apontamentos será responsabilidade exclusiva da Administração”.

No parecer, a AGU preferiu não opinar sobre a dúvida formulada especificamente sobre a contratação da UFRN, alegando que ela está dentro da administração indireta, enquanto a AGU só atua para órgãos da administração direta.

O ministério decidiu, contudo, levar o caso adiante. Sete dias depois, em 6 de dezembro de 2017, o extrato de execução descentralizada nº 111/2017 foi publicado no Diário Oficial da União, autorizando o repasse de R$ 55,5 milhões. O documento foi assinado pela então reitora da UFRN, Ângela Paiva, e Antônio Carlos Figueiredo, secretário executivo do Ministério da Saúde.

Avião que levava Gabriel Diniz não podia ser usado como táxi aéreo

A aeronave utilizada por Gabriel Diniz para viajar de Feira de Santana (BA) até Maceió (AL) não podia ser usada como táxi aérero. O cantor morreu nesta segunda-feira (27), após o veículo cair em Estância, no interior de Sergipe.

O documento do avião foi encontrado nos destroços, junto com a CNH do cantor. A aeronave era um monomotor Piper prefixo PT-KLO, com capacidade para quatro lugares e registrado em nome do Aeroclube de Alagoas.

De acordo com o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), esse tipo de avião só pode pode ser usado para voos de instrução.

“Aeronaves da categoria Privada – Instrução só podem ser usadas para instrução, adestramento de voo por aeroclubes, clubes ou escolas de aviação civil”, diz o Regulamento Brasileiro de Aviação Civil.

Em uma hora, Google soma mais de um milhão de pesquisas em tempo real por Gabriel Diniz

Desde que a queda da aeronave com o cantor Gabriel Diniz começou a se espalhar, há aproximadamente uma hora, o Google registrou mais de um milhão de pesquisas em tempo real, sendo o assunto mais pesquisado no momento.

Para se ter ideia, o assunto que domina o trend de pesquisas, costuma ter 20 mil buscas em tempo real.

Pesquisa Fiern/Consult: Para 52,59% dos potiguares, sensação de segurança é a mesma de 6 meses atrás

A pesquisa Consulta contratada pela Fiern mediu a percepção de segurança dos potiguares.

Para 52,59%, é a mesma de seis meses atras. Já para 30,59, ela melhorou.

Para 13,18%, piorou, e 3,65% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa foi realizada no período de 17 a 20 de maio, em 12 regiões. Foram aplicados 1700 questionários. A margem de erro é de 2,3% para mais ou para menos.

Pesquisa Fiern/Consult: Para 44,18% dos potiguares, governo Bolsonaro é pior que os anteriores.

 

Para 44,18% dos potiguares, o governo Bolsonaro é pior que os anteriores, indica levantamento da Consult a pedido da Federação das Indústrias do RN.

Já 23,24% afirmam que o governo é melhor, e para 22,59& o governo é igual.

Já 22,59% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa foi realizada no período de 17 a 20 de maio, em 12 regiões. Foram aplicados 1700 questionários. A margem de erro é de 2,3% para mais ou para menos.