Conselho reverte decisão e Deltan Dallagnol responderá por declaração contra Gilmar, Toffoli e Lewandowski

O procurador Deltan Dallagnol, de Curitiba, terá que responder a um PAD (Processo Administrativo Disciplinar) por dizer que os ministros Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli formavam uma “panelinha” na 2ª Turma da corte.

Inicialmente, o Conselho Superior do MP havia decidido não dar prosseguimento ao caso.

Segundo afirmou a uma rádio, “os três mesmos de sempre que tiram tudo de Curitiba e que mandam tudo para a Justiça Eleitoral e que dão sempre habeas corpus, que estão sempre formando uma panelinha assim que manda uma mensagem muito forte de leniência a favor da corrupção”. 

O processo contra ele já obteve maioria no CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público). No fim da investigação, Dallagnol pode ser inocentado ou sofrer advertência, censura e até suspensão.
Em sua defesa, Dallagnol disse que não tinha a intenção de ofender os magistrados.

Proposta não atinge auxílio-maternidade, garante Fernando Lucena

Através de sua assessoria de imprensa, o vereador Fernando Lucena negou que a intenção de sua proposta seja atingir o direito à licença-maternidade.

A ideia do vereador é convocar suplente após o trigésimo dia caso haja afastamento de parlamentar por licença-maternidade.

Atualmente, o regimento da Câmara prevê que tal medida aconteça após 120 dias em consonância com a legislação federal.

O vereador sustenta a tese de que o plenário da Câmara deve ter 29 vereadores e que o afastamento por auxilio-maternidade deixa o colegiado com um a menos.

 

#Humor: Aspirantes a influencers digitais do Instagram descobrem Beco da Lama após revitalização e geram revolta em nativos

Por Luisa Porinkuanto, enviada especial ao Bar da Meladinha*

 A revitalização do Beco da Lama iniciou uma guerra entre os boêmios da Cidade Alta e aspirantes a influencers digitais, que invadiram o sagrado templo etílico após receberam em grupos de whatsapp a informação de que as novas cores esfuziantes do Beco atendiam a todos os requisitos do algorítimo do Instagram para curtidas de fotos.

“Acho um absurdo esse tipo de reclamação contra nós. Isso é preconceito. Por que só eles têm direito a desfrutar dessa lama linda? Além disso, por que ninguém aqui aceita permuta por divulgação no Instagram?”, indagou uma autoproclamada blogueira de moda que deve R$ 40 mil nas lojas da Afonso Pena.

A reclamação é geral. No Bar Encontro dos Boêmios, no Espetinho do Paulo, no Churrasquinho do André, no Churrasquinho do Aprígio, no Bar da Meladinha e no Lavajato de Cláudio o clima nesta segunda-feira era de indignação.

Ao tomarem conhecimento de que o blog apurava a situação do Beco da Lama, o publicitário Carlos Fialho e o jornalista Rafael Duarte enviaram nota antecipadamente negando terem relação com o movimento contra os aspirantes a influencers digitais.

No Lula Belmot, Assis Marinho e Marcelus Bob foram avistados negociando obras de arte por divulgação na conta de Talita Moema.

A governadora Fátima Bezerra fez chegar a emissários do lugar que não será admitida qualquer ação que interfira no consumo de pipoca Bokus na região.

 

*Ironia e humor dispensam rodapé, mas nesta cidade é preciso explicar que a postagem se trata de criação fictícia.

VÍDEO: Catedral de Notre Dame, em Paris, arde em chamas

Minuto da Câmara: corte de emendas em pauta

Aqui está a diferença de BG para os demais candidatos na pesquisa que causou alvoroço nas redes

O alvoroço causado pelo post de Daniel Menezes, do Instituto Seta e editor d’O Potiguar, segue repercutindo.

O instituto foi às ruas de Natal no último fim de semana e ouviu 600 pessas para saber sobre intenção de voto para prefeito de Natal.

Daniel deu nota dizendo que Bruno Giovanni estava em empate técnico.

Trazemos mais. O publisher do Blog do BG está 3% acima do segundo colocado (em situação de empate técnico), 7% acima do terceiro e 8% acima do quarto.

Bruno nega intenção em disputar cargo público.

Operação Tiro: Emenda parlamentar foi usada para compra sem licitação, mas medicamentos não foram encontrados em hospital de Touros

O rumoroso caso da Operação Tiro, que aproximou da investigação do ex-deputado Rogério Marinho, traz ainda outra singularidade.

A emenda parlamentar no valor de quase R$ 270 mil que o então deputado em 2016 destinou ao município de Touros para compra de insumos medicamentosos não se concretizou.

Além disso, a compra do material pelo município, à empresa Artmed, foi feita sem licitação. Para completar, tudo se deu quando o hospital da cidade estava fechado.

Os detalhes constam de decisão judicial em que o juiz Hallison Rego nega a revogação da prisão de Gabriel Delanne Marinho, proprietário da Artmed.

De acordo com o que descreve o juiz, a compra foi feita ao final da gestão do prefeito Ney Leite, em novembro de 2016. A previsão era de que os insumos deveriam abastecer o município por seis meses.

“Quando a nova gestão assumiu, pouco tempo depois (início de 2017), não encontrou os medicamentos e insumos que supostamente haviam sido adquiridos, isso para um hospital que estava há 60 (sessenta) dias fechado, sem demanda de utilização, e que teria recebido compra capaz de dar vazão a seis meses de demanda”, observa o juiz em sua decisão.

O texto ainda traz depoimentos de auxiliares da saúde, tanto os que estavam encerrando a gestão como os da equipe de transição.

De acordo com Regiane Gonçales, da equipe de transição, na última semana de 2016, foi feita uma inspeção no hospital de Touros para verificar as condições do equipamento. Ela atestou que o material encontrado no almoxarifado não era compatível com a quantidade prevista na emenda parlamentar.

Já Francisco Alves de Souza, que cuida do almoxarifado do hospital, informou que as entregas feitas pela Artmed, ao longo da relação com a gestão municipal, eram sempre em pequenas quantidades e suficientes apenas para um mês.

URGENTE: Lava Jato prende ex-presidente Michel Temer

A Força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro cumpre, na manhã desta quinta-feira (21), mandados de prisão contra Michel Temer, ex-presidente da República, e Moreira Franco, ex-ministro de Minas e Energia.

Os mandados foram expedidos pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio.

Desde quarta-feira (20), a Polícia Federal (PF) tentava rastrear e confirmar a localização de Temer, sem ter sucesso. Por isso, a operação prevista para as primeiras horas da manhã desta quinta-feira atrasou.

No g1

Campanha Lula Livre celebra um ano de vexame

Sopra velinha de um ano a campanha pela liberdade de Lula.

Sem sucesso, claro.

Delegado que deixou caso Marielle foi implicado a partir das revelações em presídio federal de Mossoró

Chefe das investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, o delegado Giniton Lages deixou a apuração do crime.

A maré contra ele virou depois que se descobriu que ela tinha a ver com a trama para jogar a culpa sobre Orlando de Curicica.

Em Mossoró, preso no presídio federal, Orlando contou essa história aos investigadores e deu o caminho das pedras para a prisão dos dois suspeitos apontados como autores do crime, Ronnie Lessa e Élcio Vieira de Queiroz.