Estadão abandona moderação e critica duramente Bolsonaro

O jornal O Estado de S.Paulo publica o segundo editorial, em pouco mais de uma semana, cobrando postura do presidente Jair Bolsonaro.

Hoje, sob o título Procura-se um presidente, a publicação dos Mesquitas critica o comportamento de deputado do baixo clero.

“Sem entender qual é natureza da função para a qual foi escolhido pela maioria dos eleitores no ano passado, o sr. Bolsonaro drena as energias do País ao concentrar-se em temas de pouca relevância”.

Na campanha de 2018, o Estadão fez campanha para Bolsonaro.

É dado a todos o direito de se arrepender.

Bolsonaro lança sua própria tv em reação à política de restrição do Facebook

O anúncio foi feito pelo senador Flávio Bolsonaro.

A família agora terá um canal onde todos poderão ter acesso ao que eles querem falar.

Os Bolsonaro reclamam que seu alcance no Facebook caiu e culpa a rede social por isso.

O Facebook vem trabalhando para remover páginas que promovem ódio e fake news.

Quem tiver interesse em ter acesso à TV Bolsonaro, siga as instruções que Flávio dá nesse vídeo

Quem protagoniza o vídeo compartilhado por Bolsonaro

Danilo Thomaz conta na Época quem é a criatura que protagoniza a cena divulgado em vídeo pelo presidente Jair Bolsonaro.

Trata-se de Paulx Castello e/ou Sofia Lacre. 

Isso mesmo. Não se identifica com gênero definido, mas se acolhe sob a identidade feminina. Prefere ser chamada de Sofia. Sua intervenção foi uma performance.

“Artista formada pela Universidad Nacional de las Artes (UNA), na Argentina, foi uma das realizadoras do Kuceta (póspornografias): festival de cultura e política sexodissidente realizado em junho do ano passado em São Paulo que, conforme descrição, pretende “exibir algo do que tem sido produzido em relação a sexualidades não normativas”, ou seja, as sexualidades que estejam fora dos padrões usuais de gênero e orientação sexual”, conta Danilo na Época.

Ainda segundo a revista, a apresentação não se resumiu à chuva dourada. Sofia sacudiu, ainda, os cabelos molhados de urina, atingindo os passantes. Ela e o rapaz que a acompanhava no palco improvisado também se penetraram com os dedos. Antes, de acordo com relatos, ela havia defecado na rua.

Após a repercussão, Sofia fechou suas contas nas redes sociais.

Bolsonaro usa trilha de Sonic em vídeo para promover seu governo e perfil oficial do jogo ironiza

O presidente Jair Bolsonaro Tweetou nesta segunda-feira um vídeo no qual defende o investimento em infraestrutura. Mas o que chamou a atenção de muita gente na timeline foi a trilha sonora: uma música do game ‘Sonic the Hedgehog’, de 2006. O perfil oficial respondeu ironizando: “Lugares em que não esperávamos ouvir a trilha sonora do Sonic 2006”

Comprador confirma versão de Flávio Bolsonaro sobre depósitos de R$ 96 mil

 

O ex-atleta Fábio Guerra confirmou nesta segunda-feira (21) que pagou cerca de R$ 100 mil em dinheiro vivo ao senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) para quitar parte da compra de um imóvel na zona sul do Rio de Janeiro.

Os valores foram repassados, segundo Guerra, entre junho e julho de 2017, período em que o Coaf (Conselho de Controle das Atividades Financeiras) apontou depósitos suspeitos que somam R$ 96 mil na conta do senador eleito, filho do presidente Jair Bolsonaro.

“Paguei em dinheiro porque havia recebido em dinheiro pela venda de outro apartamento. Como recebi aos poucos, fui pagando aos poucos”, disse Guerra, ex-jogador de vôlei de praia, que afirmou não ter mais contato com o senador eleito.

A declaração corrobora a versão dada pelo senador eleito em entrevistas às TVs Record e Rede TV!. Ele disse que recebeu o pagamento em dinheiro e depositou o valor por conta própria.

Fonte: Folha

Funcionária que disparou WhatsApp para Bolsonaro ganha cargo no Planalto

O governo Bolsonaro contratou a funcionária da agência de comunicação que contratou disparos em massa de mensagens de WhatsApp durante a campanha.

Taíse de Almeida foi nomeada na segunda-feira.

Ela ocupará um cargo comissionado na Secretaria-Geral da Presidência, e deve despachar a poucos metros do presidente.

Com salário de cerca de R$ 10,3 mil, será assessora do gabinete do secretário-geral da Presidência, Gustavo Bebianno, um dos principais articuladores da campanha.

Taíse trabalhou para agência de comunicação AM4 Inteligência Digital, empresa contratada pelo PSL para a campanha de Jair Bolsonaro à Presidência.

Segundo a agência, Taíse era a funcionária responsável pela contratação das mensagens enviadas por meio do WhatsApp.

Em nota, o órgão comandado por Bebianno respondeu que a nomeação de Taíse se deu por “critérios técnicos, após avaliação curricular e entrevista”.

Taíse não foi localizada.

As informações são da Folha de S.Paulo.

Escolas de elite defendem pedagogia de Paulo Freire, que Bolsonaro quer combater

Na Folha

Entre os poucos detalhes conhecidos sobre os planos para a educação do novo governo, chama a atenção no programa de Jair Bolsonaro (PSL) a citação ao nome de um educador. O presidente quer expurgar Paulo Freire das escolas brasileiras. 
Não há detalhes sobre o significado prático disso, mas a ideia é criticada por educadores. Seu método e filosofia exercem forte influência em algumas das melhores escolas do país. Além disso, Freire é o intelectual brasileiro mais reconhecido em todo o mundo.

Para especialistas, o pernambucano, morto em 1997, transformou-se em bode expiatório para quem acusa professores de uma suposta doutrinação.

Estaria na obra de Freire, e na sua influência entre professores, ferramentas para um ensino sectário, além de uma das explicações para os fracassos da educação pública nacional —o que não é compartilhado por líderes de escolas de elite.

“É a visão de que educar é um ato político, não partidário, nem de esquerda, mas da escola envolvida nos problemas contemporâneos”, diz Franciele Busico, professora do Instituto Singularidades e coordenadora pedagógica na rede municipal de São Paulo.

Educadores estrangeiros como Peter McLaren e Michael Apple dialogam com sua obra. Há centros de estudos inspirados em Freire em países como Finlândia e Canadá.

O economista Martin Carnoy lembra que o conceito de educação “como libertação da ignorância e subjugação política” é tema comum na filosofia do Iluminismo, de Rousseau, Thomas Jefferson, até mesmo de John Stuart Mill. Carnoy é professor em Stanford (EUA) desde 1969. “O ataque de Bolsonaro a Freire”, escreveu ele à Folha, “é um ataque aos próprios fundamentos da democracia ocidental e ao conceito de liberdade”. 

Generais criticam oferta de Bolsonaro para base militar americana no Brasil

A possibilidade de o governo do Brasil ceder espaço territorial para instalação no País de uma base militar dos Estados Unidos é desnecessária e inoportuna na opinião de três generais e três oficiais superiores ouvidos pelo Estado de S.Paulo.

Admitida em entrevista ao SBT pelo presidente Jair Bolsonaro como uma questão a ser estudada no futuro, a ideia não se afina com a política nacional de Defesa.

Um dos chefes de tropa lembra que acordos desse tipo só se justificam quando há risco de agressão externa fora da capacidade de reação e capaz de colocar em perigo a integridade da nação.

“E o caso do menino fraco que chama o amigo forte para enfrentar os valentões da rua; estamos longe disso”, exemplificou.

A discussão colocou o Rio Grande do Norte, que já recebeu operação do tipo na Segunda Guerra, dentro do debate.

Com informações do Estadão.

Bolsonaro anuncia alta do IOF, mas seu governo o desmente

Na Folha

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou que o presidente Jair Bolsonaro ‘se equivocou’ ao dizer que havia sancionado um decreto que elevava a alíquota do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para compensar incentivos fiscais ao Norte e Nordeste.

“Ele se equivocou, ele assinou a continuidade do projeto da Sudam e da Sudene”, disse Onyx em entrevista coletiva.

Em evento da troca de comando da Aeronáutica, na manhã desta sexta-feira (4), Bolsonaro admitiu que havia assinado um decreto que elevava o IOF.

Horas depois, o secretário especial da Receita, Marcos Cintra, negou a fala do presidente e disse que não haveria aumento de impostos.

Bolsonaro sanciona lei que autoriza aluno faltar aula por motivo religioso

O presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), sancionou a Lei 13.796/19, que permite alunos da rede pública e privada se ausentarem de aula ou prova por motivo de crença religiosa, informou o G1.

Segundo a Lei, a partir de agora, estudantes de todo país podem remarcar provas ou ter aulas de reposição, sem custo e mediante prévio e motivado requerimento, remarcadas para dia em que os preceitos de sua religião seja vedado exercício de tais atividades.

As escolas poderão também, aplicar ao aluno que se ausentou, por motivo religioso trabalho escrito ou outra atividade prevista na grade curricular.

Consta da lei, que as unidades de ensino terão prazo de dois anos para implementarem progressivamente as providências e adaptações necessárias à adequação da Lei.

O projeto de lei passou por comissões da Câmara e do Senado antes de ser aprovado e chegar à sanção presidencial.

Na Câmara, o projeto era de autoria do deputado Rubens Otoni (PT-GO) e recebeu relatoria da deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde foi aprovado em caráter conclusivo, ou seja, não precisou ser votado pelo Plenário.