Bolsonaro aguarda do Congresso autorização para cancelar repasses para o Itep, Hospital da Mulher e instituições federais do RN

A Presidência da República pediu ao Congresso autorização para remanejar R$ 3 bilhões no orçamento da União.

O governo quer colocar o dinheiro em outras áreas.

E vai tirar do que estava previsto para ser repassado.

No Rio Grande do Norte só há previsão para saída de dinheiro. Ou seja, os recursos que serão destinados a outros fins terão aplicação por órgãos federais de outros estados, e não no Rio Grande do Norte.

O presidente pediu para cancelar R$ 8,7 milhões da UFRN, sendo R$ 4,9 milhões para o Hospital da Mulher.

Há ainda R$ 1,2 milhão da Ufersa, R$ 2,4 milhões do IFRN e R$ 3,25 milhões destinados à modernização do Itep em convênio com o Ministério da Justiça.

Bolsonaro antecipou volta à Presidência incomodado com agenda de Mourão e encontro com Fátima

Contrariando previsões, o presidente Jair Bolsonaro confessou a interlocutores que retorna nesta terça-feira (17) aos despachos da Presidência porque não quer prolongar a estadia do vice, Hamilton Mourão, por mais tempo no comando.

As informações são do Correio Braziliense.

A expectativa era de que ele voltasse ao cargo apenas na quinta-feira.

Nesta segunda-feira (16), Mourão esteve no Rio Grande do Norte onde se encontrou com a governadora do estado, Fátima Bezerra (PT).

No Planalto, fontes comentam que Bolsonaro não se sente confortável com a agenda política do vice e que o próprio Mourão havia recebido a sugestão de cancelar a agenda no Rio Grande do Norte.

O presidente interino também participou nesta segunda-feira (16) do 7º Encontro Empresarial Brasil-Alemanha (EEBA). No mês passado, Bolsonaro se indispôs com a chanceler alemã Angela Merkel por questões envolvendo o Fundo Amazônia.

Após fustigar jornal, Bolsonaro se reúne em café da manhã com a Folha um dia após pesquisa contrária a ele

Dentre os inimigos imaginários de Bolsonaro, a imprensa é um dos piores.

Na imprensa, a pior é a Folha, constantemente alvo de ataques do presidente.

O jornal divulgou de domingo para cá, resultados do Datafolha francamente desfavoráveis ao presidente. 

Mas nesta terça-feira (3), Bolsonaro concedeu entrevista exclusiva ao jornal por uma hora e meia.

Acompanhado do presidente estava o chefe da Secom (Secretaria de Comunicação) da Presidência, Fábio Wajngarten, que, na segunda, estava dizendo no Twitter que é inadmissível um veículo de imprensa ter instituto de pesquisa.

Algo mudou.

A Folha divulgou em seu site que houve a entrevista, mas não acrescentou se ela já estava marcada ou se foi desdobramento recente.

Moro sai em defesa de diretor da PF criticado por Bolsonaro em novo episódio de conflito entre ministro e presidente

Cinco dias depois de o presidente Jair Bolsonaro dizer que poderia demitir o diretor-geral da Polícia Federal , o ministro da Justiça, Sergio Moro , decidiu defender publicamente o chefe da instituição, o delegado Maurício Valeixo .

Na abertura de um seminário sobre corrupção no Ministério da Justiça, Moro cumprimentou as autoridades presentes ao evento, com uma deferência a Valeixo.

– Cumprimento especial ao diretor Maurício Valeixo, que tem feito um trabalho extraordinário aí à frente da Polícia Federal – disse Moro.

Na semana passada, Bolsonaro disse que demitiria o diretor da PF se não pudesse trocar diretores regionais e que Valeixo, subordinado a Moro hierarquicamente, deve satisfações ao presidente e não ao ministro.

Bolsonaro não ouviu as ruas e faz nova investida contra Moro nas redes sociais

O presidente da República, Jair Bolsonaro, não se convenceu ainda que o pilar de seu apoio popular é o antipetismo, e não o bolsonarismo.

Daí que Moro seja mais popular que ele.

É o que mostra também a pesquisa CNT/MDA divulgada nesta segunda-feira, 26.

O índice de desaprovação pessoal do presidente aumentou significativamente, chegando a 53,7%, ante 28,2% de fevereiro.

As ruas voltaram a se manifestar sobre o corrupção nesse domingo.

Percebam que os protestos foram em apoio a Deltan e Moro e contra o projeto de abuso de autoridade.

Percebam também que, apesar de o projeto estar nas mãos de Bolsonaro, os manifestantes não o atacaram.

Ainda lhe dão o benefício do silêncio e de não ser atacado.

Apesar disso, o presidente segue em suas investidas contra o ministro da Justiça.

No Facebook, um internauta postou na página do presidente, o seguinte pedido: “Jair Messias Bolsonaro cuide bem do ministro Moro, você sabe que votamos em um governo composto por você ele e o Paulo Guedes”.

Mas a resposta de Bolsonaro foi: “Com todo respeito a ele (Moro), mas o mesmo não esteve comigo durante a campanha, até que, como juiz, não poderia.”

‘Se o senhor não pode ajudar, por favor, não atrapalhe!’, disse Bolsonaro a Moro

A edição deste sábado (24) do Globo conta a origem do entrevero em que se meteram o presidente Bolsonaro e o ministro da Justiça, Sérgio Moro.

Na última semana, Bolsonaro desautorizou Moro publicamente em declarações.

A contenda começou em 28 de julho, narra o jornal, quando quando Moro foi ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, pedir que ele fizesse uma revisão da decisão em que restringiu o compartilhamento de relatórios do antigo Coaf , hoje Unidade de Inteligência Financeira (UIF), com os ministérios públicos e a Polícia Federal. O movimento do ministro irritou o presidente Jair Bolsonaro.

A petição para suspender investigações iniciadas com base em relatórios detalhados do ex-Coaf fora feita pelo advogado Frederik Wassef em nome do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente.

Tão logo foi informado do interesse de Moro em reduzir o impacto da decisão de Toffoli, Bolsonaro chamou o ministro para uma reunião no Palácio do Alvorada.

No encontro, foi direto ao assunto, com uma breve introdução. Primeiro, o presidente disse que nunca pediu qualquer favor ao ministro. Disse também que Moro nunca ofereceu qualquer ajuda a ele. Mas, naquele momento, precisava deixar as coisas claras.

— Se o senhor não pode ajudar, por favor, não atrapalhe! — disse Bolsonaro, segundo relatou ao Globo uma fonte com bom trânsito entre familiares e amigos do presidente.

A partir dali, a conversa teria subido de tom e, ao final, o ministro deixou o Alvorada com o semblante carregado. Dias depois, Bolsonaro foi informado de que Moro, mesmo após o tenso diálogo, continuava fazendo gestões em favor da revisão da decisão de Toffoli. No mesmo instante, o presidente resolveu que ampliaria a beligerância contra o ministro da Justiça.

Do blog: Quando uma fonte relata uma história dessa há interesse, no caso há o evidente interesse em contar um bastidor que prejudica o ministro da Justiça.

Natália Bonavides reclama de block que levou de Bolsonaro no Twitter

Natália Bonavides distribuiu release à imprensa sobre bloqueio do presidente Jair Bolsonaro a ela no Twitter.

O block veio após ela reclamar da situação da Amazônia.

A deputada citou o exemplo de Donald Trump, contra o qual a Justiça Americana desautorizou bloqueios porque o mandatário usa sua conta no Twitter para atos de governo.

Mas, enquanto a Justiça Brasileira não seguir exemplo semelhante, Bolsonaro pode o que quiser na conta do Twitter dele.

Não concordo com bloqueio desse gênero.

Como também não concordo usar um fato desse para mobilizar equipe de comunicação para dar ciência dele.

Fábio Faria decide levar impasse do Reis Magos a Bolsonaro, a quem fará pleitos pela demolição

O deputado federal Fábio Faria afirmou nesta terça-feira (6) ao Blog do Dina que vai levar a discussão sobre o tombamento do Hotel Reis Magos ao presidente Jair Bolsonaro.

Faria é contra o tombamento e questiona a razão pela qual Iphan, órgão federal que cuida do patrimônio cultural e que já se manifestou contra o tombamento, decidiu retomar o processo de tombamento.

Em nota, o Iphan pontuou que a reabertura não significa revisão do posicionamento inicial.

A audiência com o presidente Bolsonaro na qual Fábio anunciou que vai levar o assunto esta prevista para esta quarta-feira (7).

“Sou contra [tombamento]. Não é o caso do Hotel Reis Magos, que está totalmente deteriorado, com cavalos pastando, numa área em frente à beira-mar. A principal atividade de Natal é o turismo. Temos um cenário de 14 milhoes de desempregados no Brasil e, na minha opinião, o terreno deve dar espaço para atividade produtiva”, defendeu o deputado.

Ele também adiantou que vai requerer audiência com o Iphan em Brasília. No RN, ele foi informado que o gestor do órgão se encontra de licença.

Apesar de a entrada do presidente na questão significar um apoio de peso, não garante o fim do impasse sobre a destinação do equipamento.

Isso porque o Hotel Reis Magos, mesmo se o Iphan decidir se retirar da causa, continuará tombado provisoriamente pelo Estado. Enquanto tal tombamento provisório prevalecer, o hotel não pode ter destinação final.

No início do mês passado, reportagem do editor deste blog especialmente para a Tribuna do Norte revelou que o Iphan reabriu o caso do tombamento e levou em conta aspectos políticos dentro um trâmite que, em tese, deveria ter componentes apenas técnicos.

‘Se Bolsonaro sabe o que aconteceu com meu irmão, ele tem o dever de dizer’

Se vazar meu celular, não vão encontrar nada, afirma Bolsonaro sobre ataque hacker

O presidente Jair Bolsonaro (PSL), que foi alvo de ataque do grupo de supostos hackers presos pela Polícia Federal, afirmou que não está preocupado com vazamentos.

“Não estou nem um pouco preocupado se, por ventura, algo vazar aqui do meu telefone. Não vão encontrar nada que comprometa”, disse Bolsonaro durante viagem a Manaus nesta quinta-feira (25). Ele afirmou que, como capitão do Exército, sabe se precaver.

“[Hackers] perderam tempo comigo”, completou.

Mais cedo nesta quinta, o Ministério da Justiça, sob o comando de Sergio Moro, informou que aparelhos celulares de Bolsonaro foram alvo do grupo.

Na Folha

O telefone do presidente da República também foi alvo dos hackers, e precisamos fazer algumas perguntas

Governo Bolsonaro muda decreto de armas e diz que cidadão comum não poderá comprar fuzil

Depois de contestações na Justiça e no Congresso, o presidente Jair Bolsonaro publicou nesta quarta-feira, 22, várias retificações no chamado Decreto de Armas, editado no início deste mês para facilitar o porte de armas no País, informa o Estadão

As correções constam de dois novos decretos.

Segundo o governo, o novo texto inclui “vedação expressa” à concessão de armas de fogo portáteis, como fuzis e carabinas, ao cidadão comum.

Em nota, o Palácio do Planalto disse que um dos atos foi editado “com o objetivo de sanar erros meramente formais identificados na publicação original, como numeração duplicada de dispositivos, erros de pontuação, entre outros”.

Bolsonaro compartilha ‘texto apavorante’ e fala em Brasil ingovernável fora de conchavos

No Estadão

O presidente Jair Bolsonaro distribuiu, na manhã desta sexta-feira, 17, em diversos grupos de WhatsApp um texto de “autor desconhecido” que trata das dificuldades que ele estaria enfrentando para governar.

O texto diz que o presidente está sofrendo pressões de todas as corporações, em todos os Poderes e afirma que o País “está disfuncional”, não por culpa de Bolsonaro, mas que “até agora (o presidente) não fez nada de fato, não aprovou nada, só tentou e fracassou”.

Procurado pelo Estado para comentar sobre a mensagem, o presidente respondeu por meio do porta-voz: “Venho colocando todo meu esforço para governar o Brasil. Infelizmente os desafios são inúmeros e a mudança na forma de governar não agrada àqueles grupos que no passado se beneficiavam das relações pouco republicanas. Quero contar com a sociedade para juntos revertermos essa situação e colocarmos o País de volta ao trilho do futuro promissor. Que Deus nos ajude!”

Ao compartilhar o texto, o presidente escreveu: “Um texto no mínimo interessante. Para quem se preocupa em se antecipar aos fatos sua leitura é obrigatória. Em Juiz de Fora (06/set/2018), tive um sentimento e avisei meus seguranças: Essa é a última vez que me exporei junto ao povo. O Sistema vai me matar. Com o texto abaixo cada um de vocês pode tirar suas próprias conclusões.”

TEXTO APAVORANTE – LEITURA OBRIGATÓRIA

Alexandre Szn

Temos muito para agradecer a Bolsonaro.

Bastaram 5 meses de um governo atípico, “sem jeito” com o congresso e de comunicação amadora para nos mostrar que o Brasil nunca foi, e talvez nunca será, governado de acordo com o interesse dos eleitores. Sejam eles de esquerda ou de direita.

MBL critica Bolsonaro e diz que protestos de hoje são os maiores desde o impeachment

Há algo no ar além dos protestos que sacodem o Brasil nesta quarta-feira.

O perfil oficial no Twitter do Movimento Brasil Livre (MBL), que fiou os levantes contra Dilma, impulsionou o impeachment e elegeu políticos na última eleição alinhados com a pauta bolsonarista, foi ao Twitter mudando o tom.

Em um dos tuítes, o perfil registrou: “Pra completar, o presidente chama todos de “idiotas”. Vi nas redes sociais “idiotas” que eram anti-petistas. Jogar essa turma no colo da esquerda é um presente que Bolsonaro dá hoje”.

A guinada, por óbvio, merece registro.

‘Sem educação já basta o presidente’, ‘Conhecimento destrói mitos’: as melhores frases no levante por educação que mobiliza o Brasil

 

Estudantes, professores e militantes da educação ocupam nesta quarta-feira ruas de todo o Brasil contra os cortes que o governo Jair Bolsonaro anunciou na educação.

O presidente acabou sendo um dos principais alvos dos protestos. Mais cedo, de Dalas (EUA), para onde viajou para receber homenagem, ele afirmou que os estudantes são “idiotas úteis”.

Reunimos as melhores frases que se espalham pelo Brasil: