Precisamos falar sobre seus filhos, os nossos jovens, e a teia do suicídio no Brasil

A revista Piauí que está nas bancas traz uma alarmante reportagem sobre como o suicídio está crescendo entre os jovens do Brasil.

Destaco os seguintes pontos:

1) 30 pessoas se matam por dia no Brasil, segundo os dados mais recentes do Ministério da Saúde;

2) É a quarta causa de morte entre jovens e adolescente, atrás apenas de homicídios, acidentes de trânsito e o câncer;

3) O excesso de conectividade e a falta de diálogo está entre as principais causas dessa epidemia. Pais, conversem com seus filhos.

4) Dentro da conectividade, perturba os especialistas o padrão que está sendo desenvolvido. Nossos jovens estão cada vez mais dispostos a buscarem a aceitação pelas redes sociais. A frustração dessa busca desencadeia quadros depressivos.

5) Jovens homossexuais têm cinco vezes mais risco de se matarem em face do bullying. Escolas que enfrentam o tema reduzem as estatísticas de risco em 20%.

6) Os casos que ilustram a reportagem estarrecem pela aparente normalidade. Em um deles, Mateus se matou aos 21 anos após terminar um relacionamento, mas ele estava aparentemente bem com tudo.

7) Nem mesmo o acompanhamento médico é garantia de nada. A história da garota que era assistida por equipe multidisciplinar e se jogou do 13º andar também corta a alma. Os pais diagnosticam que faltou ela ser ouvida.

8) Cuide bem do seu amor, seja quem for.

PIB do RN em 2019 será, pelo quinto ano, menor do que foi em 2014. Quer dizer que a crise não acabará neste ano

A Tendências Consultoria Integrada lançou mais um relatório projetando o crescimento dos estados em 2019.

No último, de agosto do ano passado, a previsão era de que oito estados superassem em 2019 o nível pré-crise de crescimento.

Eram eles: Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, puxados pelo bom desempenho agropecuário, Santa Catarina, Roraima, Rondônia, Pará, Amazonas e Tocantins.

No novo levantamento, as projeções são apenas para Pará, Roraima, Mato Grosso, Santa Catarina, Rondônia e Mato Grosso do Sul.

Todos os demais devem ficar abaixo dos níveis de 2014, quando a crise financeira foi deflagrada.

No Rio Grande do Norte, o PIB em 2019 deve ser entre 5% e 6% menor do que cinco anos atrás.

Por que a Fecomércio e a Facern chamaram atenção na posse de Fátima para 190 mil pessoas

Quase 190 mil pessoas no Rio Grande do Norte, ou 12,5% de acordo com os últimos dados do IBGE, estão desempregadas.

A urgência de colocar em dia a folha de pagamento dos servidores praticamente tem excluído do debate quais as políticas do governo Fátima para reversão desses números.

Durante sua posse, os representantes de entidades patronais, no entanto, chamaram atenção para o quadro.

Marcelo Queiroz (Fecomercio) e Itamar Maciel (Facern) reconheceram a importância do ajuste fiscal através do qual as contas fecharão no RN, mas destacaram que sem a geração de riqueza – que produzirá emprego e renda – não vamos muito longe.

É um raciocínio simples: se o estado se alimenta de impostos a partir da produção de serviço, principalmente, é preciso que se vá além da gerência da folha de pagamento.

Pois, para até para quitar os salários, os impostos precisam crescer. E a forma de fazê-los crescer sem aumentar é produzir mais oportunidades de serviços, que demandarão naturalmente mais postos de trabalho.

E este é o (altíssimo) número de presos alcançados pela decisão do STF no Brasil

O Conselho Nacional de Justiça informa que são 169.324 o número de pessoas que estão presas no Brasil em execução provisória de suas penas.

É a estimativa de pessoas alcançadas pelas decisão do ministro Marco Aurélio Mello.

No Rio Grande do Norte, elas são 465.

Semiárido, com 1.262 municípios responde por 5,1% da riqueza do Brasil; 6 cidades concentram 25% do PIB

 

No Estadão

A concentração econômica nos municípios caiu um pouco na passagem de 2002 para 2016, conforme o Produto Interno Bruto (PIB) dos Municípios de 2016, pesquisa divulgada nesta sexta-feira, 14, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 2016, apenas seis cidades concentravam um quarto do PIB nacional: São Paulo (SP), com 11,0%, Rio de Janeiro (RJ), com 5,3%, Brasília (DF), com 3,8%, Belo Horizonte (MG), com 1,4%, Curitiba (PR), com 1,3% e Osasco (SP), com 1,2%.

Outros exemplos de desconcentração econômica foram o crescimento da participação na economia de duas regiões: o Semiárido no Nordeste e a Amazônia Legal.

A primeira região, formada por 1.262 municípios localizados nos Estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia e Minas Gerais, passou de uma fatia de 4,5% do PIB, em 2002, para 5,1%, em 2016.