Não perturbe

Procurado na última semana para entrevista, o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, diz que o momento é de descanso.

Por determinação médica.

Ele se recupera de cirurgia para remoção de coágulo na cabeça após um tombo.

‘Irresponsáveis sem critérios técnicos fazem conjecturas’, contra-ataca Elequicina Santos ao defender novas faixas de pedestre

A secretária de mobilidade urbana de Natal, Elequicina Santos, defendeu neste sábado (7) as mudanças que sua pasta tem implementado na avenida Hermes da Fonseca, com a instalação de faixa de pedestre, semáforos e botoeiras.

Ao defender o projeto, atacou o que chamou de ‘irresponsáveis’, que ‘sem critério técnico fazem conjecturas’.

Ao longo da semana, a implantação de uma das primeiras intervenções, na altura da Casa Nacre, padaria na Hermes da Fonseca, gerou uma onda de críticas ao projeto e ao negócio, acusado nas redes sociais de ter recebido uma faixa de pedestre para se beneficiar.

O proprietário do lugar comentou ao blog o caso nessa sexta-feira se dizendo abalado. A secretária desmentiu favorecimentos.

“Nem a padaria, nem a Universal nem ninguém. Não é assim que trabalhamos. Seguimos critérios técnicos”, cravou.

Elequicina foi procurada pelo Blog do Dina para também dar sua versão da história e, por telefone, concedeu a seguinte entrevista:

Blog do Dina: Por que a prefeitura decidiu reconfigurar a avenida Hermes da Fonseca?

Elequicina Santos: A STTU sempre trabalhou com critérios técnicos. Para a gente fazer um projeto, há discussão e demanda. Eu levei a equipe a São Paulo para a gente ver a Avenida Paulista. Fomos ao órgão de transito de São Paulo para sabermos qual a forma de calcular a distância entre semáforos para dar segurança ao pedestres. Temos que diminuir o número de acidentes, queremos reduzir o número de óbitos. Tivemos todas essas preocupações.

Então tudo que está sendo implantado é com base exclusivamente em critérios técnicos?

Sim. Estudando, analisando vemos isso. Aqui uma das críticas é a distância entre as faixas de pedestre. Na paulista tem até distância menores entre semáforos.

Algum dos empreendimentos que serão beneficiados procurou a STTU demandando a implantação desses equipamentos?

Não. Jamais. Quem está dizendo isso são pessoas irresponsáveis e sem critério técnico. São elas que fazem conjecturas. Esse rapaz [George Nacre, dono da padaria] não teve nenhuma atuação. Acho um absurdo o que fizeram virtualmente com ele. Até pedimos desculpas pelo transtorno que indiretamente acabamos gerando para ele.

A Igreja Universal não pediu uma faixa de pedestre?

A negativa é para todos os casos, quando digo que ninguém procurou a STTU pedindo faixa. Temos um problema ali que é aquela passarela, que não tem condições de deficiente passar ali. Como tentamos várias vezes fazer a manutenção dela, sem sucesso, aquele trecho acabou sem acessibilidade. Baseados na lei federal, traz a política do que é prioridade, e a prioridade é o pedestre, vamos implantar faixa.

Vocês vão replicar o modelo para outras vias?

Com certeza. Atentamos ao sincronismo de semáforos para também evitar prejuízos ao tráfego. Mas o modelo será copiado para outras vias.

Apesar da prioridade ao pedestre, por que o serviço público de transporte ainda patina em qualidade?

Temos uma equipe pensando em projetos e trabalhando para executá-los. Agora mesmo estamos debruçados sobre a integração entre linhas da região metropolitana da cidade.

Após fustigar jornal, Bolsonaro se reúne em café da manhã com a Folha um dia após pesquisa contrária a ele

Dentre os inimigos imaginários de Bolsonaro, a imprensa é um dos piores.

Na imprensa, a pior é a Folha, constantemente alvo de ataques do presidente.

O jornal divulgou de domingo para cá, resultados do Datafolha francamente desfavoráveis ao presidente. 

Mas nesta terça-feira (3), Bolsonaro concedeu entrevista exclusiva ao jornal por uma hora e meia.

Acompanhado do presidente estava o chefe da Secom (Secretaria de Comunicação) da Presidência, Fábio Wajngarten, que, na segunda, estava dizendo no Twitter que é inadmissível um veículo de imprensa ter instituto de pesquisa.

Algo mudou.

A Folha divulgou em seu site que houve a entrevista, mas não acrescentou se ela já estava marcada ou se foi desdobramento recente.

O estranho caso do vendedor de carros que só conseguia ser bem sucedido no dia do pagamento da Alerj

O motorista Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), afirmou em entrevista ao jornal SBT Brasil nesta quarta-feira (26) que parte da movimentação atípica de R$ 1,2 milhão feita por ele vem da compra e venda de carros.

“Eu sou um cara de negócios, eu faço dinheiro, compro, revendo, compro, revendo, compro carro, revendo carro, sempre fui assim, gosto muito de comprar carro de seguradora, na minha época lá atrás, compra um carrinho, mandava arrumar, revendia, tenho uma segurança”, declarou.

Mas o Jornal Nacional já tinha feito o cruzamento das datas dos depósitos feitos em dinheiro nas contas do ex-assessor com os dias de pagamento dos salários da Alerj entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017 e encontrou uma coincidência: em praticamente todos os meses, a maior parte do dinheiro entra na conta de Fabrício no mesmo dia ou poucos dias depois de os servidores receberem o salário.

Em março, abril, maio, junho, agosto e novembro houve depósitos no mesmo dia do pagamento. Em dezembro, teve depósitos um dia depois do salário e no mesmo dia em que foi pago o décimo-terceiro para os funcionários da Alerj.

O levantamento do Coaf mostra que as movimentações financeiras na conta de Fabrício Queiroz há nove pessoas que foram ou são funcionários da Assembleia Legislativa do Rio.

Robério Paulino peticionou em processo contra Sandro Pimentel para ajudá-lo e aqui e ele explica como se deu isso

O suplente de deputado estadual pelo PSOL, Robério Paulino, afirmou em entrevista ao Blog do Dina nesta segunda-feira (24) que tenta habilitação no processo em que Sandro Pimentel requer o direito ao diploma eleitoral para auxiliar o próprio Sandro e o partido.

“Gostaria que fosse desfeita essa celeuma que foi criada, Dinarte. Estão falando em disputa interna. Eu quero fazer parte desse processo para defender que Sandro tenha direito ao mandato”, afirmou.

Robério pediu para ser parte como litisconsorte do Ministério Público, que está fazendo acusação contra Sandro. “Meu advogado explicou que essa seria a única forma que eu teria para falar no processo”, explicou.

Pimentel teve sua diplomação suspensa a pedido do Ministério Público Eleitoral. Robério seria o sucessor no impedimento definitivo de Sandro.

“Essa discussão não tem a ver só com o processo eleitoral, mas com procedimentos durante o processo, que vamos discutir no partido. Sando tem todo direito de se defender e o partido fará isso”, afirmou.

Ele ainda afirmou que vai defender que, caso Sandro não possa assumir, que os votos não sejam anulados.

Nesse cenário, a vaga seria do deputado não reeleito Jacó Jácome.

Os dois pedidos, tando o de Robério ser parte do processo, quanto Sandro ter direito à diplomação, serão julgados na volta do recesso do Judiciário, após 6 de janeiro.

A solidão do poder que não pode: Robinson reclama dos ‘amigos de ocasião’

Passada a eleição, o governador Robinson Faria, que a perdeu, foi indagado pelo blog, no Meio-dia RN, sobre a solidão que as derrotas trazem.

“Sim. Já sinto a mudança na relação de poder. Os amigos de ocasião se foram, mas isso não me abala”.

O governador ainda falou sobre a ação da PF de que é alvo Gilberto Kassab e que acabou respingando em si.

“Trata-se de ação eleitoral sobre 2014. Não há nada criminal, o que tinha criminal foi arquivado. Estou absolutamente tranquilo sobre isso”

De Bolsonaro a Aécio e Lula: 6 frases de Luciano Huck que você não pode deixar passar na entrevista que ele deu neste domingo

O apresentador Luciano Huck é destaque na edição deste domingo do jornal O Estado de S.Paulo, em entrevista que sinaliza muita e revela o que ele pensa e vai fazer nos próximos quatro anos, quando pretende aprofundar sua participação na política.

Confira alguns trechos:

Enxerga projeto de país no governo Bolsonaro?

Eu acho que não. E não estou falando isso como uma coisa negativa. Acho que ele não teve nem tempo. Ele ganhou a eleição agarrado no cangote, com 7 segundos de televisão, sem dinheiro… Ganhou na raça e na marra. Eu não acho que ele tenha um projeto de País, mas as pautas com as quais ele ganhou a eleição, ele vai poder atuar.

Escola Sem Partido

Agora, a cabeça que o Bolsonaro colocou ali… Para mim, discutir escola sem partido agora é uma bobagem tão grande.

Aécio

Não falei mais com o Aécio desde que as acusações que recaem sobre ele vieram à tona. Não me orgulho, nem celebro isso, mas julguei que era o melhor a fazer neste momento.

Lula

Mas tá claro, também, por outro lado, que ele não está preso por acaso. Ele está preso por provas muito relevantes e contundentes do que o PT não só aparelhou o Estado como criou uma rede de corrupção para sustentar um projeto político em que muita gente enriqueceu. Não sei se foi o caso do ex-presidente, mas muita gente.

Próximos passos

Eu quero rodar o Brasil e poder criar um ímã potente para atrair gente afim de fazer diferente.

Candidatura daqui a quatro anos

Vai ter um projeto de País desenhado. Tenho certeza que lideranças que vão aparecer…