Estadão abandona moderação e critica duramente Bolsonaro

O jornal O Estado de S.Paulo publica o segundo editorial, em pouco mais de uma semana, cobrando postura do presidente Jair Bolsonaro.

Hoje, sob o título Procura-se um presidente, a publicação dos Mesquitas critica o comportamento de deputado do baixo clero.

“Sem entender qual é natureza da função para a qual foi escolhido pela maioria dos eleitores no ano passado, o sr. Bolsonaro drena as energias do País ao concentrar-se em temas de pouca relevância”.

Na campanha de 2018, o Estadão fez campanha para Bolsonaro.

É dado a todos o direito de se arrepender.

O que um dos maiores economistas do Brasil aconselha a Fátima Bezerra para evitar a prisão ou suicídio político

 

Era início de governo de Rosalba – salários em dia – quando o badalado economista do Instituto Millenium, Raul Velloso, aterrissou no Rio Grande do Norte para uma audiência pública na Assembleia Legislativa.

O assunto eram as contas públicas do Rio Grande do Norte.

Velloso mostrou um gráfico com a evolução dos cenários fiscais e vaticinou: “Em pouco tempo, o estado do Rio Grande do Norte não terá caixa para cobrir despesas obrigatórias”.

O futuro se concretizou e aqui estamos todos.

Velloso conversou com a governadora Fátima Bezerra.

Pelo menos é o que ela conta em sua coluna no jornal O Estado de S.Paulo.

No texto, Raul nos escancara que a situação da previdência estadual vai piorar ainda mais pelos próximos 25 ou 30 anos, caso não haja “uma união de todos em torno da reforma-mãe e do equacionamento financeiro de curto prazo”.

Palatável e alarmante é um dos conselhos que lá seguem no texto.

“Como a recessão pode demorar um pouco a desaparecer, o risco de prisão (ou pelo menos do suicídio político) dos governadores do momento, por não conseguirem zerar os déficits totais acumulados dentro de cada mandato, continua bem presente”.

De Bolsonaro a Aécio e Lula: 6 frases de Luciano Huck que você não pode deixar passar na entrevista que ele deu neste domingo

O apresentador Luciano Huck é destaque na edição deste domingo do jornal O Estado de S.Paulo, em entrevista que sinaliza muita e revela o que ele pensa e vai fazer nos próximos quatro anos, quando pretende aprofundar sua participação na política.

Confira alguns trechos:

Enxerga projeto de país no governo Bolsonaro?

Eu acho que não. E não estou falando isso como uma coisa negativa. Acho que ele não teve nem tempo. Ele ganhou a eleição agarrado no cangote, com 7 segundos de televisão, sem dinheiro… Ganhou na raça e na marra. Eu não acho que ele tenha um projeto de País, mas as pautas com as quais ele ganhou a eleição, ele vai poder atuar.

Escola Sem Partido

Agora, a cabeça que o Bolsonaro colocou ali… Para mim, discutir escola sem partido agora é uma bobagem tão grande.

Aécio

Não falei mais com o Aécio desde que as acusações que recaem sobre ele vieram à tona. Não me orgulho, nem celebro isso, mas julguei que era o melhor a fazer neste momento.

Lula

Mas tá claro, também, por outro lado, que ele não está preso por acaso. Ele está preso por provas muito relevantes e contundentes do que o PT não só aparelhou o Estado como criou uma rede de corrupção para sustentar um projeto político em que muita gente enriqueceu. Não sei se foi o caso do ex-presidente, mas muita gente.

Próximos passos

Eu quero rodar o Brasil e poder criar um ímã potente para atrair gente afim de fazer diferente.

Candidatura daqui a quatro anos

Vai ter um projeto de País desenhado. Tenho certeza que lideranças que vão aparecer…