UnP esclarece que retomada de estágio supervisionado ‘não é obrigatória neste momento’

Após publicação no Blog do Dina, a Universidade Potiguar (UnP) encaminhou nota e esclareceu que a retomada das disciplinas de estágio supervisionado para os alunos “não é obrigatória neste momento excepcionalmente devido à pandemia da COVID-19”.

Nessa quinta-feira (25), um grupo de 128 alunos do curso de Odontologia questionou o retorno das aulas práticas e acusou a universidade de se isentar das responsabilidades.

Veja a nota da Unp

A Universidade Potiguar esclarece que foi apresentado aos alunos e aos professores o seu Plano de Retorno Seguro, a ser seguido com base no Decreto Nº 29.742, de 4 de junho de 2020, publicado no Diário Oficial do Estado, que prorrogou a suspensão das aulas até dia 6 de julho. Esse planejamento aponta o dia 13 de julho como provável para o retorno de disciplinas práticas, data que pode sofrer alterações em função de determinações governamentais e/ou institucionais, adiando novamente as atividades presenciais.

Desde o início da pandemia, as aulas acontecem de forma remota síncrona (ao vivo), ou seja, nos mesmos dias e horários em que os alunos estavam habituados. Neste primeiro momento, nosso plano prevê retorno gradual somente das atividades práticas. Assim, como detalhado no documento e nos anexos que foram disponibilizados por e-mail ao corpo discente, retornarão às atividades apenas os estudantes de graduação que possuem disciplinas práticas obrigatórias.

É importante frisar que os estudantes que não podem retornar em virtude de questões de saúde não sofrerão prejuízos acadêmicos. Para este público, em momento oportuno, será apresentado um outro calendário de retorno.

Outro cenário é das disciplinas de estágio supervisionado, apontadas por alunos de Odontologia. Excepcionalmente devido à pandemia da COVID-19, para elas, o retorno não é obrigatório neste momento. No entanto, aqueles que optarem por postergar a volta precisarão cumprir no futuro a carga horária dos estágios, atendendo prerrogativas do Ministério da Educação (MEC) para consolidação do curso.

A UnP ressalta que possui comitês que trabalham seguindo todas as orientações das autoridades de saúde e as recomendações dos órgãos públicos. Por isso, é importa frisar que todas as datas de retorno dependerão de eventuais decretos municipais, estaduais ou federais, e, ainda, da situação do avanço da COVID-19 no País, questão que monitoramos de perto para garantir o bem-estar, a saúde e a segurança de nossa comunidade acadêmica.

Por fim, destacamos que a UnP repudia a disseminação de fake news e de conteúdos enganosos. Acreditamos que a educação é o melhor caminho para o acesso ao conhecimento. Em especial, neste momento de pandemia, é importante combater notícias falsas e má-fé. Por isso, orientamos os alunos a procurar informações sempre nos comunicados oficiais e por meio de seus coordenadores de curso.

Universidade Potiguar

Em nota, Prefeitura de Natal se diz perplexa com repercussão do caso

A Prefeitura de Natal emitiu nota em que se diz perplexa com a repercussão do caso do hospital de campanha da capital.

Para ela, há “a tentativa de distorção de informações referentes as ações de enfrentamento à pandemia”.

Reportagens do blog ao longo do dia mostraram que o equipamento municipal já tem contratos que se aproximam de R$ 29 milhões.

As indagações do Blog do Dina sobre o tema são legítimas, visto que o município nunca chegou a anunciar um impacto tão alto para o equipamento.

Confira a nota:

A SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE NATAL, vem a público esclarecer informações veiculadas em blogs, de forma inverídica, referente as ações de enfrentamento à pandemia do Coronavírus – COVID – 19, em especial, a contratação de mão de obra terceirizada para o Hospital de Campanha de Natal.

Inicialmente, registramos que a rede assistencial de enfrentamento à pandemia inclui, além da instalação de Hospital de Campanha de Natal, Hospital dos Pescadores e a instalação de Hospital de Pediatria do Município.

Acerca do valor de R$ 8 (Oito) milhões, refere-se a estruturação e investimentos para aquisição de equipamentos e materiais médico-hospitalares, tendo sido, desde o início, indicados como valores iniciais, referentes apenas a instalação do Hospital de Campanha, sem qualquer menção à custeio.

O valor de R$ 19 (Dezenove) milhões refere-se a contratação de empresa especializada em terceirização de pessoal da área de assistência à saúde, pelo prazo de 180 dias, no total de 384 profissionais, em turnos de trabalho de 12×36, destinados a toda a rede de enfrentamento à pandemia, incluindo, Hospital de Campanha de Natal, Hospital dos Pescadores e Hospital de Pediatria.

Porém, cabe informar que as contratações ocorrerão de acordo com a evolução do quadro epidemiológico do município, sendo os quantitativos mencionados, estimados, podendo ser implementados em todo ou em parte, a depender da necessidade da Administração, conforme contrato firmado.

Por fim, a Secretaria Municipal de Saúde de Natal, vê com perplexidade a tentativa de distorção de informações referentes as ações de enfrentamento à pandemia, em um momento em que se busca a união de esforços, tendo como finalidade a garantia de prestação de assistência de qualidade a população, sempre em observância e zelo ao erário público.

Funcarte esclarece sobre contrato para despesa com excesso de bagagens

A Secretaria Municipal de Cultura enviou ao Blog do Dina, em resposta a provocação feita aqui, a seguinte nota:

A Prefeitura do Natal, através da Secretaria de Cultura (Secult-Funcarte) vem a público esclarecer a reportagem “Prefeitura de Natal contrata até R$ 720 mil para pagar excessos de bagagem para instrumentos musicais” publicada no Blog de Dinarte Assunção, edição de 9 de abril.

A Secretaria de Cultura de Natal esclarece que o serviço de contratação de excesso de bagagem é uma prática rotineira das administrações públicas que investem na economia criativa como fonte geradora de emprego e renda para a população. Projetos como o Natal em Natal e o Carnaval em Natal movimentaram R$ 111 milhões de outubro a fevereiro, segundo números apontados através de pesquisa da Fecomércio. Assim como o São João de Natal, que teve movimentação financeira inédita na história da cidade.

Os investimentos realizados pela Prefeitura do Natal no Carnaval 2020 geraram um resultado financeiro 55% maior que no ano anterior, prova que a política pública está consolidada e aprovada pela população. O levantamento aponta que natalenses e turistas colocaram em circulação R$ 111,1 milhões durante o Carnaval. Em 2019, essa movimentação foi de R$ 71 milhões. Além disso, houve um aumento também na participação popular. A edição 2020 contou com um público de 631.300 foliões.

Importante salientar também que a contratação destacada na reportagem aconteceu antes da pandemia da Covid-19 e dos decretos municipais que destinam recursos e pessoal para combater a proliferação do vírus, onde a Prefeitura do Natal vem tendo papel de destaque nas ações e medidas adotadas.

A contratação também atende as normas do Município através das instâncias de controle e nunca tendo a sua relevância contestada, justamente por sua natureza essencial.

O objetivo primeiro da contratação é de gerar economicidade à administração, considerando que quando da realização de eventos há que se fazer o transporte dos instrumentos musicais e demais itens das bandas e artistas que se apresentaram no Natal em Natal, Carnaval de Natal e dezenas de editais que fomentam emprego e renda na cidade.
A Secretaria de Cultura de Natal se coloca à disposição para qualquer outro esclarecimento.

Atenciosamente,
Secult-Funcarte

Defesa de Henrique Alves contesta uso ilícito, isenta Intertv Cabugi e afirma que provará na Justiça uso legal de R$ 5 milhões

A defesa do ex-deputado federal Henrique Eduardo Alves enviou ao Blog do Dina nota em que explica a relação de mútuo firmada entre ele e a Intertv Cabugi, do qual é sócio.

A nota explica que a relação financeira foi assim estabelecida como forma de liberar os dividendos a que Henrique tem direito. Ele detém 20,5% do capital da afiliada da Rede Globo no RN.

Na manifestação, a defesa também enfatiza que o montante objeto de reportagem no blog anteriormente foi para honrar despesas eminentemente privadas, contrariando o que diz a Polícia Federal sobre uso para compra de apoio político.

A nota também afirma que a liberação dos recursos pela Intertv se deu apenas nesse contexto, sem atos ilícitos, o que será provado judicialmente e que a TV não teve conhecimento prévio de seu uso.

Confira a íntegra:

Trata-se de fato antigo e já respondido pela defesa. O ex-Deputado Federal Henrique Eduardo Alves detém 20,5% da Televisão CABUGI Ltda. desde agosto de 1995, parte herdada dos seus pais e o complemento adquirido dos seus irmãos e primos.

Ao longo dos últimos anos, não tendo a referida empresa disponibilidade contábil para proceder a liberação dos dividendos a que o mesmo fez jus, a sua alta Direção optou por mútuos a serem compensados em momentos futuros.

Neste contexto, e apenas nele, foram liberados mútuos por justo pedido do sócio, sem a TV saber ou ter nenhum conhecimento prévio de seu uso, como não poderia deixar de ser.

Por outro lado, a defesa logo esclarece que o seu cliente não destinou esse montante – que lhe pertence e todo ele está declarado na sua Declaração de Rendas Anual à RFB – à compra de votos nas eleições de 2014.

Não foi este o destino e sim para suprir compromissos eminentemente pessoais, ou seja, de natureza privada.
Isto será provado nos autos judiciais no devido tempo.

Brasília, 28.9.2019.

Marcelo Leal
Advogado

Grupo Globo diz que ‘Época’ errou e pede desculpas à mulher de Eduardo Bolsonaro por reportagem

O Conselho Editorial do Grupo Globo, responsável pela publicação da revista Época, divulgou nessa segunda-feira (16) nota reconhecendo “erro” e “decisão editorial equivocada” na publicação de uma reportagem sobre a mulher do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), Heloísa Bolsonaro.

A reportagem “O coaching on-line de Heloísa Bolsonaro: as lições que podem ajudar Eduardo a ser embaixador”, escrita pelo jornalista João Paulo Saconi, foi publicada pela revista na sexta. Saconi narra a experiência de vivenciar 5 sessões de coach com Heloísa via webcam.

Segundo a nota divulgada na segunda, o Conselho Editorial do Grupo Globo avalia que o erro da Época foi “tomar Heloísa Bolsonaro como pessoa pública ao participar de seu coaching on-line“.

A nota ponderou que a mulher de Eduardo Bolsonaro leva uma vida discreta, não participa de atividades públicas, e que por isso, não pode ser considerada uma figura pública.

“Foi um erro de interpretação que só com a repercussão negativa da reportagem se tornou evidente para a revista“, desculpou-se o Grupo Globo.

A nota do Conselho Editorial do Grupo Globo contradita totalmente o que a revista Época havia publicado anteriormente, em 13 de setembro de 2019.

Na nota da última sexta-feira, Época sustentou que a reportagem havia sido produzida com “respeito à ética e a retidão dos procedimentos jornalísticos”. Eis a íntegra da nota divulgada anteriormente:

“ÉPOCA reafirma o respeito à ética e a retidão dos procedimentos jornalísticos que sempre pautaram as publicações da revista. A reportagem em questão não recorreu a subterfúgios ou mentiras para relatar de maneira objetiva — a bem do interesse do leitor — um serviço oferecido publicamente, com cobrança de taxas divulgadas nas redes sociais.”

Confira a íntegra:

Como toda atividade humana, o jornalismo não é imune a erros. Os controles existem, são eficientes na maior parte das vezes, mas há casos em que uma sucessão de eventos na cadeia que vai da pauta à publicação de uma reportagem produz um equívoco.

Foi o que aconteceu com a reportagem “O coaching on-line de Heloisa Bolsonaro: as lições que podem ajudar Eduardo a ser embaixador”, publicada na última sexta-feira. ÉPOCA se norteia pelos Princípios Editoriais do Grupo Globo, de conhecimento dos leitores e de suas fontes desde 2011. Mas, ao decidir publicar a reportagem, a revista errou, sem dolo, na interpretação de uma série deles.

É certo que em sua seção II, item 2, letra “h”, está dito: “A privacidade das pessoas será respeitada, especialmente em seu lar e em seu lugar de trabalho. A menos que esteja agindo contra a lei, ninguém será obrigado a participar de reportagens”. A letra “i” da mesma seção abre a seguinte exceção: “Pessoas públicas – celebridades, artistas, políticos, autoridades religiosas, servidores públicos em cargos de direção, atletas e líderes empresariais, entre outros – por definição abdicam em larga medida de seu direito à privacidade.

Além disso, aspectos de suas vidas privadas podem ser relevantes para o julgamento de suas vidas públicas e para a definição de suas personalidades e estilos de vida e, por isso, merecem atenção. Cada caso é um caso, e a decisão a respeito, como sempre, deve ser tomada após reflexão, de preferência que envolva o maior número possível de pessoas”.

O erro da revista foi tomar Heloisa Bolsonaro como pessoa pública ao participar de seu coaching on-line. Heloisa leva, porém, uma vida discreta, não participa de atividades públicas e desempenha sua profissão de acordo com a lei. Não pode, portanto, ser considerada uma figura pública. Foi um erro de interpretação que só com a repercussão negativa da reportagem se tornou evidente para a revista.

Em sua seção 1, item 1, letra “r”, os Princípios Editoriais do Grupo Globo determinam: “Quando uma decisão editorial provocar questionamentos relevantes, abrangentes e legítimos, os motivos que levaram a tal decisão devem ser esclarecidos”. E o preâmbulo da mesma seção estabelece com clareza: “Não há fórmula, e nem jamais haverá, que torne o jornalismo imune a erros. Quando eles acontecem, é obrigação do veículo corrigi-los de maneira transparente”.

É ao que visa esta Carta aos Leitores. Explicar o que levou à decisão editorial equivocada, reconhecer publicamente o erro e pedir desculpas a Heloisa Bolsonaro e aos leitores de ÉPOCA.”

Fogo no parquinho: PSD escancara falsidade de Ney Lopes Jr em nota pública

Em nota neste domingo, o PSD veio a público dar sua versão da treta com o vereador Ney Lopes Jr., de saída do partido.

A nota vai historiando o que aconteceu, até que…

Vou até transcrever:

Para conhecimento, foi o vereador eleito Ney Lopes Júnior quem telefonou a Robinson Faria e Fábio Faria, quando do resultado das eleições, afirmando, sem que lhe fosse perguntado, que seria voz firme na oposição ao então prefeito Carlos Eduardo Alves. Um mês depois, rompeu com o governador e assumiu a liderança do prefeito na Câmara Municipal de Natal

A íntegra está aqui.

Após suspender espetáculo, Caixa comunica fim de contrato com Clowns de Shakespeare

A Caixa Econômica Federal enviou ao Blog do Dina nota em que se manifesta sobre o contrato com a companhia potiguar Clowns de Shakespeare.

O banco limitou-se a informar que houve ‘descumprimento contratual’.

Ao ser procurada pelo blog, a Caixa foi questionada sobre motivou o cancelamento; que cláusula contratual havia sido ferida; se o espetáculo seria retomado e se o órgão comentaria a respeito das críticas de censura com as quais o tema tem repercutido.

“A assessoria da CAIXA informa que por descumprimento contratual cancelou o espetáculo Abrazo, com apresentações programadas no espaço cultural do banco. O contrato com o Clowns de Shakespeare foi rescindido, conforme comunicado ao Grupo nesta data” diz a nota da Caixa.

Nesse domingo, o blog divulgou em primeira mão que o espetáculo ‘Abrazo’, em cartaz na Caixa Cultural do Recife, foi cancelado após apresentação no dia anterior.

Abrazo é um espetáculo infantil cuja narrativa convida a refletir sobre um país marcado pela repressão aos direitos individuais.

O grupo teatral limitou-se a publicar texto no Instagram avisando sobre o cancelamento. Procurados, seus membros não quiseram dar entrevista.

O espaço segue aberto.