A Folha de S.Paulo está dizendo que Fátima deve pegar a reforma da previdência de Bolsonaro e aplicar de cara ao RN, mas a governadora diz que não

O jornal Folha de S.Paulo trouxe em reportagem no domingo que estados pretendem incorporar imediatamente a reforma da previdência a ser realizada pelo governo Jair Bolsonaro.

Abro aspas para transcrever partes do texto.

“A reportagem apurou que os governos de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás, Roraima, Mato Grosso do Sul, Paraná e Acre se movimentam para que, uma vez aprovada, a reforma seja incorporada aos estados sem esperar os seis meses previstos na reforma de Michel Temer. […] A expectativa é que haverá apoio até de estados governados pela oposição, como Rio Grande do Norte e Piauí”.

Mas a governadora Fátima Bezerra disse ao Blog do Dina através de sua assessoria de imprensa que não é bem assim.

Ela defende que cada estado tem suas particularidades e que elas devem ser respeitadas ao tomar uma decisão que impacta na previdência.

Teremos que aguardar pela sexta-feira (1º), quando ela fará a mensagem anual à Assembleia Legislativa e ver o que lá vai ser dito sobre o tema.

Rogério Marinho vai à órbita de Ciro Gomes costurar apoio para reforma da previdência

Secretário da Previdência, Rogério Marinho vai se reunir com Mauro Benevides Filho.

Filho foi o coordenador da campanha presidencial de Ciro Gomes.

A aproximação e para pedir ajuda na reforma da previdência. 

Dos três pilares defendidos por Benevides, dois estão alinhados com o governo, informa a Coluna do Estadão.

 

O que você acha de pagar previdência a amante? O STF vai responder – e definir um regra – sobre o assunto

 

O ministro Alexandre de Morais colocou para julgamento em 3 de abril o recurso que trata sobre o reconhecimento de união estável e de relação homoafetiva concomitantes (adultério).

O caso tem repercussão geral. Significa que o que for decidido passará a valer para todo o País.

Pela ordem 1: O que danado vem a ser relação homoafetiva concomitante?

Trata-se de uma expressão bonita para se perguntar basicamente uma coisa que vamos trabalhar com ilustração.

João é casado com Maria e decide ter um caso com Pedro. João morre. Pedro tem direito à pensão? Essa é a resposta que o STF vai definir.

Os personagens podem ser substituídos à vontade, desde que a relação de traição se mantenha entre pessoas do mesmo sexo.

“Ah, Dinarte, eu não tenho relações extraconjugais homoafetivas”.

Tudo bem. Temos um caso jurídico para você também, meu anjo. É o recurso 883.168/SC. A relatoria é de Luiz Fux e também é repercussão geral.

Aqui a traição considerada é entre gêneros diferentes. Esse caso ainda não foi incluído na pauta de julgamentos. O que for decidido no primeiro caso, deverá por lógico se estender ao segundo.

As respostas – e definições – que o STF irá demarcar com certeza passará por um ponto.

Separar pulada de cerca – independentemente do tempo que dure – de união estável, quando há direitos são adquiridos.

Será algo difícil para muitos casos. Em tempo de lembrar que na união estável deve haver a intenção de constituir núcleo familiar.

Rogério Marinho quer aprovar mudanças na previdência já no primeiro semestre de 2019

O deputado federal Rogério Marinho tem afirmado em conversas com interlocutores que vai trabalhar para aprovar alguma reforma na previdência ainda no primeiro semestre de 2019.

A informação está na edição desta sexta-feira do jornal O Estado de S.Paulo.

Procurado pelo blog, Marinho disse que não dará entrevistas sobre o tema.

A instituição de uma idade mínima de aposentadoria para todos e o combate a privilégios são as prioridades da equipe, segundo o jornal.

Futuro ministro da Economia, Paulo Guedes pretende criar um conselho consultivo para contribuir nas discussões para a reforma da Previdência.

o colegiado será formado por seis especialistas na área que já têm conversado com a transição sobre propostas para mudar as regras de pensão e aposentadoria no País.

Caberá a Rogério Marinho ser interlocutor das questões políticas que estão por vir sobre o tema.