Este especialista em trânsito gravou um vídeo detonando obra na Salgado Filho a STTU rebateu com isso aqui

O vídeo de um homem na altura da igreja Universal do Reino de Deus, reclamando de um canteiro na Salgado Filho, vem sendo encaminhado no WhatsApp com sucessivas mensagens de indignação.

No vídeo, o homem, Kennedy Diniz, ex-diretor de fiscalização de Trânsito de Natal, diz que se trata de uma intervenção que vai dificultar o trânsito.

“Vai permitir que quem vem na rua do Hospital do Coração faça conversão à esquerda para acessar a Salgado Filho. Aqui nesse local vai ser colocado mais um semáforo”, diz ele, citando que se trata de um equívoco, segundo teria dito a PRF e o DNIT.

Procurada, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana contestou o vídeo.

De acordo com a pasta, a Avenida Senador Salgado Filho está passando por reestruturação e considera melhorias para a mobilidade do pedestre.

As mudanças decorrem de legislação federal.

“O que a STTU entendeu? Em atendimento à lei, implantar uma faixa de pedestre. Vamos colocar um semáforo sincronizado com o cruzamento anterior, o da Amintas Barros”, explicou Newton Filho.

Ele não divulgou prazo para a entrega da obra, mas defendeu a medida.

“Temos uma passarela àquela altura que não é utilizada e oferece risco para o pedestres, que ainda por cima se arrisca na via. Vamos colocar a faixa de segurança”, defendeu.

Prefeito de Natal reduz investimentos em ações educativas, ciclovia e infraestrutura e aumenta em fiscalização eletrônica de trânsito

O prefeito de Natal, Álvaro Dias, decretou o remanejamento de recursos dentro da Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU) determinando a redução de dinheiro para implantação do plano de ciclovias; ações educativas; ações de operação de trânsito e eliminação de pontos críticos de mobilidade.

As determinações estão em decreto publicado nesta segunda-feira (29) no Diário Oficial do Município.

Praticamente toda verba reduzida servirá para custear o que está declarado como “fortalecimento das ações de fiscalização e controle eletrônico de trânsito”, para o qual está sendo dado o incremento de R$ 1.379.879,76.

No início deste ano, ao publicar o plano de trabalho para 2019, o prefeito Álvaro Dias estimou que tal ação de fortalecimento teria despesas de R$ 2,95 milhões. Com o novo aporte, o valor chega a R$ 4,32 milhões.

Todos os valores citados nesta matéria são originados com a arrecadação de multas de trânsito, que somaram, em 2018, R$ 40,7 milhões.

Procurada pelo blog, a assessoria da Secretaria de Mobilidade Urbana informou que a despesa se trata de manutenção do parque eletrônico de fiscalização.

Redução

A principal redução, de um milhão de reais, foi da eliminação de pontos críticos. Eles são descritos no plano de trabalho como os gargalos que dificultam a fluidez do trânsito.

Ações contra esses gargalos são, por exemplo, implantação de rotatórias, semáforos, lombadas, abertura de canteiros etc.

As demais redução foram no plano de ciclovias (R$ 283 mil), na melhoria de ações de operação (R$ 200 mil) e nas ações educativas de trânsito (R$ 48 mil).

Originalmente, no plano de trabalho, a prefeitura havia decidido que o plano de ciclovias teria das multas de trânsito R$ 3,8 milhões; as ações educativas teriam R$ 2,5 milhões, a eliminação de pontos críticos teria R$ 4,3 milhões e as ações de operação teriam R$ 530 mil.

Se você costuma cometer um desses 20 hábitos no trânsito de Natal, está na lista de quem vai ter o carro guinchado

Cansada de apenas multar os motoristas que insistem em estacionar irregularmente, a Secretaria de Mobilidade Urbana anuncia nesta segunda-feira (10) que vai tomar medidas mais duras e guinchar os veículos.

Todas as situações estão previstas no Código de Trânsito Brasileiro, mas a própria STTU até agora tinha decidido trabalhar apenas com advertência de multa mural.

Agora as coisas mudaram. Se você costuma ter um dos 20 hábitos abaixo elencados no artigo 181 do CTB, vai ter o carro levado. Ah, a multa não vai deixar de acontecer, não, tá?

A remoção também passa a valer para abandono de veículo. 

Se liga se você comete um desses hábitos ao estacionar:

I – nas esquinas e a menos de cinco metros do bordo do alinhamento da via transversal;

II – afastado da guia da calçada (meio-fio) de cinqüenta centímetros a um metro;

III – afastado da guia da calçada (meio-fio) a mais de um metro;

IV – em desacordo com as posições estabelecidas no Código Brasileiro de Trânsito;

V – na pista de rolamento das estradas, das rodovias, das vias de trânsito rápido e das vias dotadas de acostamento;

VI – junto ou sobre hidrantes de incêndio, registro de água ou tampas de poços de visita de galerias subterrâneas, desde que devidamente identificados, conforme especificação do CONTRAN;

VII – nos acostamentos, salvo motivo de força maior;

VIII – no passeio ou sobre faixa destinada a pedestre, sobre ciclovia ou ciclofaixa, bem como nas ilhas, refúgios, ao lado ou sobre canteiros centrais, divisores de pista de rolamento, marcas de canalização, gramados ou jardim público;

IX – onde houver guia de calçada (meio-fio) rebaixada destinada à entrada ou saída de veículos;

X – impedindo a movimentação de outro veículo;

XI – ao lado de outro veículo em fila dupla;

XII – na área de cruzamento de vias, prejudicando a circulação de veículos e pedestres;

XIII – onde houver sinalização horizontal delimitadora de ponto de embarque ou desembarque de passageiros de transporte coletivo ou, na inexistência desta sinalização, no intervalo compreendido entre dez metros antes e depois do marco do ponto;

XV – na contramão de direção;

XVI – em aclive ou declive, não estando devidamente freado e sem calço de segurança, quando se tratar de veículo com peso bruto total superior a três mil e quinhentos quilogramas;

XVII – em desacordo com as condições regulamentadas especificamente pela sinalização;

XVIII – em locais e horários proibidos especificamente pela sinalização (placa – Proibido Estacionar);

XIX – em locais e horários de estacionamento e parada proibidos pela sinalização (placa – Proibido Parar e Estacionar);

XX – nas vagas reservadas às pessoas com deficiência ou idosos, sem credencial que comprove tal condição;