kkkkkk Vocês precisam ver esse vídeos dos presos do Ceará tendo que limpar a bagunça que fizeram na carceragem

O Estado do Ceará tem vivido dias consecutivos de terror com a tentativa das organizações criminosas em manterem suas atividades.

As reações começaram depois que Mauro Albuquerque passou para a secretaria penitenciária do estado vizinho.

Albuquerque já começou a implantar por lá o que havia feito aqui.

Bagunçou? Vai ter que arrumar! Confira:

 

Você tem informações para ajudar o Ceará contra o crime? Camilo Santana quer te recompensar

O governador do Ceará, Camilo Santana, anunciou nessa sexta-feira (11) uma série de medidas para tentar pôr fim à onda de violência que atinge o estado há quase 10 dias.

Integrantes de facções criminosas têm promovido ataques violentos contra órgãos públicos, estabelecimentos comerciais e veículos, além de tentativa de explosão de pontes e viadutos.

O estado não informa publicamente o número de ocorrências, mas estima-se que, desde o último dia 2, mais de 150 atos criminosos tenham sido notificados.

Entre as medidas anunciadas pelo governador, em um vídeo postado em uma rede social, está o envio de um projeto criando a chamada Lei da Recompensa, que prevê o pagamento em dinheiro, pelo estado.

A ideia é pagar por informações que sejam prestadas pela população à polícia e resultem na prevenção de atos criminosos e prisão dos envolvidos em tais ações.

A bizarra entrevista de um ‘dotô’ cuja ignorância lhe fez criticar Mauro Albuquerque

Antes de tudo, Mauro Albuquerque não é invulnerável.

Deve, como todo agente público, ser submetido ao escrutínio.

Mas certas críticas apoiadas na titulação de quem as profere também merecem ser contestadas.

No Estado de S.Paulo, o sociólogo e coordenador do Laboratório de Estudos da Violência (LEV), da Universidade Federal do Ceará (UFC), César Barreira, analisa os eventos do Ceará a partir de certa indisposição a Mauro Albuquerque.

Primeiro, ele condena condena a postura “de confronto” que vem sendo adotada pelo governo do Ceará.

Para logo depois dizer que o governo não deve ficar “à mercê do crime organizado”.

A jornalista não teve a dignidade de lhe pedir para escolher uma das duas opções, já que elas são completamente antagônicas.

Ou enfrenta ou fica à mercê do crime.

Na sequência, ele procura robustece sua crítica destacando que Mauro Albuquerque teria cometido crime de tortura no Rio Grande do Norte.

O material foi arquivado em investigação do Ministério Público pela completa falta de provas.

Não tendo coragem de defender o que realmente pensa, o sociólogo se apoia em orações coordenadas sindéticas adversativas, como essas:

Sou contra a divisão por facções nos presídios. Mas é a medida possível na situação em que nos encontramos.

 

Não é que temos de deixar de tomas posições. O governo tem de tomar posição porque é avaliado pela manutenção de paz e segurança. Mas essas são frases de confronto, eu sou contra essa postura porque acirra os ânimos.

 

Essas medidas de endurecimento que ele está apontando eu concordo também, mas não deveria haver esse alardeamento.

Quando a má vontade se une a uma titulação, com ares de autoridades se é capaz de dizer nulidades.

Ataques no Ceará se alastram para muito além de Fortaleza e entram no sexto dia

No sexto dia seguido de ataques, o Ceará registrou ocorrência na cidade de Icó, a 365 km da capital.

O ataque demonstra a interiorização da onda de violência, que se alastrou.

Até agora, 32 cidades registraram ocorrências que foram iniciadas na capital, Fortaleza, no dia 2 de janeiro.

Em Icó, Por volta de 1h da manhã, um caminhão-caçamba que prestava serviço à prefeitura de Icó foi incendiado. Três horas depois, criminosos atacaram simultaneamente o prédio da rádio da cidade e a sede da Câmara Municipal e fizeram disparos contra as portas.